DOI do preprint publicado https://doi.org/10.1590/01031813v63220248675669
DA LINGUÍSTICA SAUSSURIANA À SEMIÓTICA SOCIAL: O CONCEITO DE MULTIMODALIDADE SOB ESCRUTÍNIO
DOI:
https://doi.org/10.1590/01031813v63220248675669Palavras-chave:
multimodalidade, construção de significados, Saussure, Semiótica SocialResumo
O objetivo deste artigo é escrutinar a noção de multimodalidade por meio de uma discussão teórica que busque reapresentar, problematizar e reformular conceitos a ela subjacentes e que lhe dão sustentação, como recurso semiótico, elemento semiótico, sistema semiótico, propiciação modal e modalidade semiótica. Para tanto, parte-se das noções de língua e linguagem, fala, signo, significante e significado, de Ferdinand de Saussure (SAUSSURE, 2006 [1916]), e de suas reapropriações por Émile Benveniste (BENVENISTE, 1976 [1966]) e Roland Barthes (BARTHES, 1990 [1982]); em seguida, discutem-se mais especificamente as contribuições de Gunther Kress e Theo van Leeuwen para a Semiótica Social (KRESS & VAN LEEUWEN, 2006 [1996]; KRESS, 2010), com o intuito de formular um conceito de multimodalidade com base em premissas que possam estabelecer critérios para as modalidades semióticas, não apenas para explicar, de alguma forma, o amplo e (não raro) uso indiscriminado de conceitos e expressões pouco esclarecedores em textos acadêmicos, mas, sobretudo, para contribuir teoricamente para o campo de estudos da linguagem e para a formulação de documentos relacionados à área de Educação, em que a multimodalidade tem estado cada vez mais presente.
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