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CORRELAÇÃO DO NEUTROPHIL-LYMPHOCYTE RATIO (NLR) E PLATELET-LYMPHOCYTE RATIO (PLR) COM COMPLICAÇÕES E SOBREVIDA PÓS-OPERATÓRIAS NA CIRURGIA PARA METÁSTASE ÓSSEA DO ESQUELETO APENDICULAR

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  • Matheus Silva Teixeira Hospital Erasto Gaertner, Curitiba, PR, Brasil https://orcid.org/0000-0001-8547-4130
    • Carmen Austrália Paredes Marcondes Ribas Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná, Curitiba, PR, Brasil
      • Claudio Luciano Franck Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná, Curitiba, PR, Brasil
        • Fernando Issamu Tabushi Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná, Curitiba, PR, Brasil
          • Ana Valeria Rigolino Teixeira Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná, Curitiba, PR, Brasil
            • Glauco Jose Pauka Mello Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná, Curitiba, PR, Brasil
              • Rhailyne Mari Paiva Eler Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná, Curitiba, PR, Brasil
                • Luiz Martins Collaço Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná

                  DOI:

                  https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.8890

                  Palavras-chave:

                  Extremidade inferior, Cirurgia, Metástase, Epidemiologia, Complicações pós-operatórias, Neutrófilos, Linfócitos, Plaquetas

                  Resumo

                  Introdução: Metástase óssea é a neoplasia maligna mais comum do esqueleto, e a tomada de decisão cirúrgica depende de múltiplos fatores, incluindo as complicações pós-operatórias e a expectativa de vida. A identificação de novos fatores prognósticos pode auxiliar na tomada de decisão.

                  Objetivo: Analisar em metástases de ossos longos, a incidência de complicações e sobrevida pós-operatórias até 1 ano correlacionando-as com NLR e PLR.

                  Método: Revisão de 160 prontuários de operados por metástase óssea no esqueleto apendicular. Além de características epidemiológicas, foram determinados os valores de NLR e PLR correlacionando-os com sobrevida e complicações.

                  Resultado: Mulheres representaram 64,5% com tumor primário na mama em 62,6%; o fêmur proximal foi o mais acometido; sobrevida média foi 13,2 meses e a de 1 ano 34,7%; ressecção tumoral com endoprótese foi mais comum. A taxa de complicação pós-cirúrgicas foi de 10% e o tempo médio para a ocorrência de complicações pós-operatórias foi de 27,9 dias (0-140). Foi encontrada associação da variável neutrófilos com a complicação pós-operatória (p=0,04). A cada 100 unidades a mais de neutrófilos houve aumento de 1% nas chances de complicações pós-cirúrgicas. Valores médios do NLR e PLR foram, respectivamente, 5,3 (0,2-30,7) e 199,7 (32,1-676,7).  Os pacientes com NLR ≥ 2 (p<0,001) apresentaram diminuição na sobrevida de 92,3% para 62,5% no 3° mês e de 61,5% para 31,3% em 1 ano. Aqueles com PLR ≥209 (p<0,001) apresentaram diminuição na sobrevida de 69% para 59,3% no 3° mês, e de 40,2% para 25,9% em 1 ano.

                  Conclusão: Não foi verificada associação positiva entre o NLR e o PLR com complicações pós-operatórias, mas com sobrevida fortemente sim, a partir do 3° mês de pós-operatório.

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                  Postado

                  09/05/2024

                  Como Citar

                  CORRELAÇÃO DO NEUTROPHIL-LYMPHOCYTE RATIO (NLR) E PLATELET-LYMPHOCYTE RATIO (PLR) COM COMPLICAÇÕES E SOBREVIDA PÓS-OPERATÓRIAS NA CIRURGIA PARA METÁSTASE ÓSSEA DO ESQUELETO APENDICULAR. (2024). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.8890

                  Série

                  Ciências da Saúde

                  Plaudit

                  Declaração de dados

                  • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito