Preprint / Versão 1

Pegada de carbono dos dispositivos inalatórios dosimetrados de gás pressurizado (pMDI) no Brasil e em Porto Alegre: impactos e alternativas

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  • Paola Flamia Simoes Grupo Hospitalar Conceição https://orcid.org/0009-0003-7603-3212
    • Thamires Pereira Braga da Silva Grupo Hospitalar Conceição
      • Enrique Falceto de Barros Grupo Hospitalar Conceição
        • Karina Pavão Patrício Grupo Hospitalar Conceição
          • Rafaela Brugalli Zandavalli Grupo Hospitalar Conceição https://orcid.org/0000-0002-3636-5808

            DOI:

            https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.8393

            Palavras-chave:

            Asma, Beclometasona, Albuterol, Pegada de Carbono, Mudança Climática

            Resumo

            Objetivo: Calcular a pegada de carbono dos inaladores do tipo gás pressurizado dosimetrado para controle da asma e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) dispensados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil e em Porto Alegre (RS) no ano de 2019. Método: Coleta e análise de dados de dispensação de salbutamol e beclometasona pela rede SUS e Farmácia Popular do Brasil em 2019, obtidas por solicitação ao Ministério da Saúde através da Lei de Acesso à Informação. As dispensações foram multiplicadas pela pegada de carbono proporcional de cada dispositivo utilizando dados já publicados na literatura. Resultados: A prescrição de pMDI no SUS, em 2019, resultou entre 24.889.141 e 60.878.728 toneladas de CO2-eq liberados na atmosfera em todo o Brasil (equivalente a percorrer 23 a 57 milhões de vezes a distância de norte a sul do Brasil com um carro comum a gasolina); e entre 459.830 e 1.151.008 toneladas de CO2-eq na cidade de Porto Alegre (correspondente a percorrer 433mil a 1 milhão de vezes a distância de norte a sul do Brasil com um carro comum a gasolina). Conclusão: No SUS, emite-se enorme quantidade de GEEs a cada ano devido aos dispositivos inalatórios do tipo pMDI. A troca por DPIs ou SMIs nos casos indicados evitaria um grande dano ambiental, e ao mesmo tempo benefício clínico aos pacientes, pois trata-se da primeira escolha atual preconizada pelas diretrizes clínicas para o tratamento de asma e DPOC, promovendo a saúde pública e ao mesmo tempo a saúde planetária.

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            Postado

            09/06/2026 — Atualizado em 26/04/2024

            Como Citar

            Pegada de carbono dos dispositivos inalatórios dosimetrados de gás pressurizado (pMDI) no Brasil e em Porto Alegre: impactos e alternativas. (2024). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.8393

            Série

            Ciências da Saúde

            Plaudit

            Declaração de dados

            • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito

            • Os dados de pesquisa estão disponíveis sob demanda, condição justificada no manuscrito

            Dados de pesquisa

            Zandavalli, Rafaela Brugalli; Simoes, Paola Flamia; Barros, Enrique Falceto de; Patrício, Karina Pavão, 2024, "Replication data for: Carbon footprint of pressurized gas metered dose inhalers (pMDI) in Brazil and Porto Alegre: impacts and alternatives", https://doi.org/10.48331/SCIELODATA.DITAWK, SciELO Data, V1