Combate ao Coronavírus: a Janela para Intervenções não Farmacológicas é Estreita
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.79Palavras-chave:
Covid-19, intervenção não farmacológica, modelo de crescimento generalizado, modelo de Richards, curva de fatalidade, estratégiaResumo
Nesta nota técnica apresentamos uma breve discussão dos principais resultados do nosso artigo “Modelling fatality curves of COVID-19 and the effectiveness of intervention strategies”, MedRxiv/2020/051557 (DOI:10.1101/2020.04.02.20051557). Nesse artigo, aplicamos o modelo de crescimento de Richards para descrever as curvas de fatalidade da COVID-19 para países que estavam, até 01/04/2020, ou perto do fim ou na fase intermediária da epidemia, como a China, Itália, Espanha e Irã. Também analisamos dados do Brasil, embora ainda estivesse na fase inicial da epidemia, mas nesse caso usamos um modelo alternativo—o modelo de crescimento generalizado—que é mais apropriado para essa fase. Utilizamos ainda o modelo de Richards para estudar a eficácia de possíveis estratégias de intervenção e, nesse contexto, derivamos uma fórmula analítica para a eficiência das estratégias de intervenção não farmacológicas. Os nossos resultados mostram que existe apenas uma estreita janela, após o início do surto, durante a qual intervenções efetivas não farmacológicas podem ser tomadas para conter a epidemia. Nesta nota, apresentamos ainda alguns resultados originais para as curvas de fatalidade da Itália e do Brasil, atualizados com dados até 08/04/2020, além de uma breve descrição geral do trabalho acima mencionado. Para mais detalhes, remetemos o leitor para o artigo original.
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Copyright (c) 2020 Giovani L. Vasconcelos, Antônio M. S. Macêdo, Raydonal Ospina, Francisco A. G. Almeida, Gerson C. Duarte-Filho, Inês C. L. Souza

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