O preprint foi publicado em outro meio.
DOI do preprint publicado https://doi.org/10.25189/2675-4916.2024.v5.n2.id732
Preprint / Versão 2

TROCA DE DOMINÂNCIA EM DIFERENTES SITUAÇÕES COMUNICATIVAS NA LIBRAS

article.authors6a0f755d10b31

DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.7791

Palavras-chave:

Troca de dominância, libras, Situações comunicativas

Resumo

Segundo Battison (1978), observa-se na sinalização corrente que os sinalizantes usam, certas vezes, sua mão não-dominante para desempenhar as funções normalmente desempenhadas pela mão dominante. O objetivo deste trabalho é aprofundar o estudo preliminar de Gabardo e Xavier (2019) sobre esse fenômeno, designado como troca de dominância. Além disso, objetivamos verificar se sua frequência varia em diferentes situações comunicativas, a saber, na conversação livre, na narrativa e na listagem de sinais. Para isso, foram analisados dados de dez sinalizantes surdos catarinenses, cinco homens e cinco mulheres, que integram o “Inventário Nacional de libras” (Quadros et al., 2018). Os resultados indicam que, assim como Gabardo e Xavier (2019), a troca de dominância pode ser motivada (1) pela referencialidade espacial, (2) pela simultaneidade, ou seja, produção de dois sinais ao mesmo tempo, (3) por uma combinação desses dois fatores e (4) pelo ambiente fonológico. Adicionalmente, foi observado que (5) a indisponibilidade da mão dominante e (6) a realização de contrastes também podem motivar a troca de dominância. Em relação às diferentes situações comunicativas em que as sinalizações analisadas foram produzidas, observou-se maior ocorrência de troca de dominância durante a narração.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Postado

08/01/2024 — Atualizado em 18/04/2024

Versões

Como Citar

TROCA DE DOMINÂNCIA EM DIFERENTES SITUAÇÕES COMUNICATIVAS NA LIBRAS. (2024). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.7791 (Original work published 2024)

Série

Ciências Humanas

Plaudit

Justificativa da versão

Versão final após recomendações de pareceristas.

Declaração de dados