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DOI do preprint publicado https://doi.org/10.55684/2024.82.e002
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COMO A CICLINA D1 SE COMPORTA COMO BIOMARCADOR NOS CARCINOMAS PAPILÍFEROS DE TIREOIDE E BÓCIOS MULTINODULARES?

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  • Ivan José Paredes Bartolomei Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná, Curitiba, PR, Brasil
    • Carmen Austrália Paredes Marcondes Ribas Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná
      • Maria Augusta Karas Zella Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná, Curitiba, PR, Brasil
        • Ana Maria Waaga-Gasser Brigham and Women´s Hospital, Boston, MA, USA image/svg+xml
          • Martin Gasser Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná, Curitiba, PR, Brasil
            • Nicolau Gregori Czeczko Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná, Curitiba, PR, Brasil
              • Paulo Afonso Nunes Nassif Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná, Curitiba, PR, Brasil https://orcid.org/0000-0002-1752-5837
                • Jose Eduardo Ferreira Manso Departamento de Cirurgia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, RJ, Brasil image/svg+xml
                  • Orlando Jorge Martins Torres Departamento de Medicina II, Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Maranhão, São Luis, MA, Brasil image/svg+xml

                    DOI:

                    https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.7751

                    Palavras-chave:

                    Carcinomas papilíferos de tireoide, Ciclina D1, Imunoistoquímica, Diagnóstico, Prognóstico

                    Resumo

                    Racional - Os carcinomas papilíferos são os mais prevalentes e menos agressivos de tireoide (CPT). Em alguns casos, o diagnóstico é duvidoso e o prognóstico ruim. A busca de biomarcadores teciduais que permitam assegurar tanto o diagnóstico para casos indeterminados, quanto o prognóstico, identificando os casos de maior agressividade, têm sido estudadas nas últimas décadas. Objetivo: Revisar na literatura na busca da ciclina D1 como marcador dos carcinomas papilíferos de tireoide e nos bócios multinodulares, e avaliar se a expressão dela apresenta correlação com as características clínico-patológicas dos carcinomas papilíferos de tireoide. Métodos: Revisão narrativa feita colhendo informações para leitura e análise a partir de pesquisa online em platoformas virtuais. Inicialmente foi realizada busca por descritores DECs relacionados ao tema, utilizando os seguintes termos: “carcinoma papilífero de tireoide, ciclina D1, imunoistoquímica, diagnóstico, prognóstico.” com busca AND ou OR, considerando o título e/ou resumo e os escolhidos foram lidos na íntegra. Resultados: A busca incluiu 77 artigos que foram compilados nesta revisão.  Conclusão: A ciclina D1 foi expressa na grande maioria dos CPT sendo a distribuição difusa predominante. Não houve correlação entre a expressão dela com qualquer característica clinicopatológica dos CPT.

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                    Postado

                    19/12/2023

                    Como Citar

                    COMO A CICLINA D1 SE COMPORTA COMO BIOMARCADOR NOS CARCINOMAS PAPILÍFEROS DE TIREOIDE E BÓCIOS MULTINODULARES?. (2023). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.7751

                    Série

                    Ciências da Saúde

                    Plaudit

                    Declaração de dados

                    • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito