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Barreiras e facilitadores à integração dos serviços de depressão e tuberculose na rede de atenção primária no Brasil

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  • Annika Claire Sweetland Columbia University / New York State Psychiatric Institute https://orcid.org/0000-0002-1727-6316
    • Claudio Gruber Mann Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPUB/UFRJ)
      • Maria Jose Fernandes Secretaria Municipal de Saúde de Itaboraí / Coordenação do Programa de Controle da Tuberculose (PCT)
        • Fatima Virginia Silva Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
          • Camila Matsuzaka Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
            • Maria Cavalcanti Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPUB/UFRJ)
              • Sandra Fortes Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
                • Afranio Kritski Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
                  • Julio Cesar Ambrosio Secretaria Municipal de Saúde de Itaboraí
                    • Milton L Wainberg Columbia University / New York State Psychiatric Institute

                      DOI:

                      https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.760

                      Palavras-chave:

                      Tuberculosis, Depression, Mental Health, Primary Health Care

                      Resumo

                      Os transtornos mentais podem afetar até 70% dos indivíduos com tuberculose (TB). A Organização Mundial da Saúde (OMS), como estratégia para o fim da TB, exige a integração do seu tratamento com a saúde mental. O objetivo deste estudo foi explorar as barreiras e facilitadores para integrar serviços de saúde mental no Programa de Controle de Tuberculose (PCT) e em Unidades de Saúde da Família (USF) do município de Itaboraí – Rio de Janeiro, com a aplicação do Aconselhamento Interpessoal (AIP). O AIP é um tratamento para depressão baseado em evidências que pode ser aplicado por não especialistas em saúde mental com supervisão especializada. Seis grupos focais foram realizados entre 2016 e 2017 no município de Itaboraí. A amostra (n=42) incluiu profissionais de saúde (n=29), coordenadores de programas (n=7) e pacientes com TB (n=6). Os grandes desafios encontrados foram: pobreza, instabilidade política, um sistema de saúde sobrecarregado e com poucos recursos, alta frequência de estresse entre os profissionais, violência na comunidade e estigma relacionado à saúde mental e à TB. Os facilitadores potenciais incluíram uma grande receptividade e demanda para capacitações em saúde mental; boa relação com a comunidade pelos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e; aceitação geral do AIP aplicado por não especialistas em saúde mental para o tratamento de depressão em pessoas com e sem TB. Apesar de muitos desafios, integrar o tratamento de depressão na atenção primária de Itaboraí aplicando o AIP foi percebido como uma alternativa aceitável e factível.

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                      Postado

                      15/06/2020

                      Como Citar

                      Barreiras e facilitadores à integração dos serviços de depressão e tuberculose na rede de atenção primária no Brasil. (2020). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.760

                      Série

                      Ciências da Saúde

                      Plaudit