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Oferta e demanda por economistas no governo brasileiro: histórico, sociologia da profissão e capacidades estatais

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  • Luis Gustavo Nascimento de Paula Pesquisador Independente https://orcid.org/0000-0003-1921-5610
    • Marco Antonio Ribas Cavalieri Universidade Federal do Paraná

      DOI:

      https://doi.org/10.1590/0103-6351/7734

      Palavras-chave:

      economistas no governo, capacidades estatais, sociologia do sistema de profissões

      Resumo

      Este artigo apresenta a aplicação de um modelo interpretativo para o estudo da presença de economistas no governo, com especial atenção ao caso brasileiro. Baseando-se em teorias e conceitos da sociologia e do chamado “campo de públicas”, elabora-se um modelo de oferta e demanda de economistas no governo. Para isso, mobilizam-se a sociologia do sistema de profissões de Andrew Abbott e o conceito de capacidades estatais. Esse modelo interpretativo é aplicado para a análise de três momentos da história dos economistas no governo brasileiro: o surgimento da demanda pelo conhecimento econômico no Estado burocrático brasileiro a partir dos anos de 1930 e 1940; a construção de um sistema e de uma comunidade mais sofisticada de economistas ao redor dos anos de 1960; e os debates sobre desigualdade e inflação nos anos de 1970 e 1980.

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      Postado

      16/10/2023

      Como Citar

      Oferta e demanda por economistas no governo brasileiro: histórico, sociologia da profissão e capacidades estatais. (2023). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/0103-6351/7734

      Série

      Ciências Sociais Aplicadas

      Plaudit

      Declaração de dados

      • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito