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O FILOSOFAR COMO INFÂNCIA DO CINEMA (DOCUMENTÁRIO) NA ESCOLA

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.6526

Palavras-chave:

cinema

Resumo

Este artigo busca aprofundar estudos teóricos e inspirar experiências práticas de formação para os campos da filosofia e do cinema (praticado em escolas). Nele, problematizamos o predomínio do chamado paradigma da aprendizagem. A ideia de infância, sob o ponto de vista do pensamento filosófico aqui estudado, não diz respeito a um período da vida humana, mas a uma dimensão de "temporalidade intensiva" (Aión). Trata-se da uma infância que pode ser experimentada tanto por crianças como por adultos. Assim, sugerimos, como hipótese, que, para fazer cinema na escola, fora da lógica da aprendizagem, faz-se necessário recriar um tempo infantil que suspenda os dispositivos hegemônicos e convide estudantes a experimentarem esse tempo aiônico. Para isso, trabalhamos com noções elaboradas por Jean-François Lyotard (1993), quando propõe conceitos e lugares diferenciados para a infância; bem como com obras de Jan Masschelein e Maarten Simons (2014) e Jacques Rancière (2005), quando pensam a escola a partir de sua etimologia grega skholé, que significa "tempo livre". Ir ao encontro da infância do cinema (documentário) nas escolas significa encontrar-se com a infância do pensamento do cinema, uma força disruptiva, afirmativa que faz mundo na escola.

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Biografia do Autor

Gerardo Pereira, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Bolsista de Pós-doutorado Júnior. Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro (RJ), Brasil.

Enviado

28/07/2023

Postado

04/08/2023

Como Citar

O FILOSOFAR COMO INFÂNCIA DO CINEMA (DOCUMENTÁRIO) NA ESCOLA . (2023). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.6526

Série

Ciências Humanas

Dados de financiamento

Plaudit

Declaração de dados

  • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito