O CORPO COMO INTERFACE DISCURSIVA ENTRE A CAPOEIRA E A EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS: GINGAS INTERCULTURAIS POSSÍVEIS
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.5699Palavras-chave:
Interculturalidade, Capoeira, Educação em Ciências, DecolonialidadeResumo
O presente artigo teve como objetivo construir gingas interculturais entre o saber tradicional de matriz afro-brasileira e Educação em Ciências considerando os processos educativos que se expressam a partir do corpo. A ginga é uma representação corpórea que expressa negociação na capoeira. Desse modo, as gingas interculturais constituem-se em diálogos assentados nos marcos teóricos da interculturalidade crítica. Foram delineadas por meio de uma pesquisa realizada em nível de mestrado, numa comunidade remanescente de ancestralidade africana que recebe uma intervenção da Sala Verde, uma ação extensionista da Universidade Federal da Bahia no âmbito da Educação em Ciências.O território que vive o processo de certificação quilombola é São Francisco do Paraguaçu (Bahia) e desde 2014 é afetado por tal proposta ancorada nos orçamentos Ciência, Tecnologia e Sociedade. Os dados empíricos foram construídos por meio de entrevistas semiestruturadas com mestres de capoeira da região, a partir de suas marcas discursivas remetentes aos saberes tradicionais afro-brasileiros e pela literatura científica. Lentes que possibilitaram o acompanhamento das mediações pedagógicas realizadas pela Sala Verde com os moradores locais, no decurso de uma experiência etnográfica amparada em Restrepo (2018).A interface desta relação foi concebida sob o viés do corpo como discurso sócio-histórico nas concepções de Bakhtin (2006), gerado nas gingas interculturais de dissenso que negam a diferença étnico-racial, marcando-a numa base de hierarquização e gingas de consenso que tratam a diferença cultural com reciprocidade. Os dados empíricos foram construídos por meio de entrevistas semiestruturadas com mestres de capoeira da região, a partir de suas marcas discursivas remetentes aos saberes tradicionais afro-brasileiros e pela literatura científica. Lentes que possibilitaram o acompanhamento das mediações pedagógicas realizadas pela Sala Verde com os moradores locais, no decurso de uma experiência etnográfica amparada em Restrepo (2018). A interface desta relação foi concebida sob o viés do corpo como discurso sócio-histórico nas concepções de Bakhtin (2006), gerado nas gingas interculturais de dissenso que negam a diferença étnico-racial, marcando-a numa base de hierarquização e gingas de consenso que tratam a diferença cultural com reciprocidade. Os dados empíricos foram construídos por meio de entrevistas semiestruturadas com mestres de capoeira da região, a partir de suas marcas discursivas remetentes aos saberes tradicionais afro-brasileiros e pela literatura científica. Lentes que possibilitaram o acompanhamento das mediações pedagógicas realizadas pela Sala Verde com os moradores locais, no decurso de uma experiência etnográfica amparada em Restrepo (2018). A interface desta relação foi concebida sob o viés do corpo como discurso sócio-histórico nas concepções de Bakhtin (2006), gerado nas gingas interculturais de dissenso que negam a diferença étnico-racial, marcando-a numa base de hierarquização e gingas de consenso que tratam a diferença cultural com reciprocidade. a partir de suas marcas discursivas remetentes aos saberes tradicionais afro-brasileiros e pela literatura científica. Lentes que possibilitaram o acompanhamento das mediações pedagógicas realizadas pela Sala Verde com os moradores locais, no decurso de uma experiência etnográfica amparada em Restrepo (2018). A interface desta relação foi concebida sob o viés do corpo como discurso sócio-histórico nas concepções de Bakhtin (2006), gerado nas gingas interculturais de dissenso que negam a diferença étnico-racial, marcando-a numa base de hierarquização e gingas de consenso que tratam a diferença cultural com reciprocidade. a partir de suas marcas discursivas remetentes aos saberes tradicionais afro-brasileiros e pela literatura científica. Lentes que possibilitaram o acompanhamento das mediações pedagógicas realizadas pela Sala Verde com os moradores locais, no decurso de uma experiência etnográfica amparada em Restrepo (2018). A interface desta relação foi concebida sob o viés do corpo como discurso sócio-histórico nas concepções de Bakhtin (2006), gerada nas gingas interculturais de dissenso que negam a diferença étnico-racial, marcando-a numa base de hierarquização e gingas de consenso que tratam a diferença cultural com reciprocidade.
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