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Intervalos de referência de hemograma da população adulta brasileira: Pesquisa Nacional de Saúde

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  • Ana Carolina Micheletti Gomide Nogueira de Sá Universidade Federal de Minas Gerais image/svg+xml https://orcid.org/0000-0002-0122-2727
    • Nydia Strachman Bacal Centro de Hematologia de São Paulo
      • Crizian Saar Gomes Universidade Federal de Minas Gerais image/svg+xml
        • Tércia Moreira Ribeiro da Silva Universidade Federal de Minas Gerais image/svg+xml
          • Renata Patrícia Fonseca Gonçalves Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri image/svg+xml
            • Deborah Carvalho Malta Universidade Federal de Minas Gerais image/svg+xml

              DOI:

              https://doi.org/10.1590/1980-549720230004.supl.1.1

              Palavras-chave:

              Inquéritos epidemiológicos, Valores de Referência, Contagem de Células Sanguíneas, Leucócitos, Brasil

              Resumo

              Objetivo: estimar os intervalos de referência (IR) de parâmetros de hemograma completo na população adulta brasileira. Métodos: Estudo transversal, com dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), entre 2014-2015. A amostra final constitui-se de 2.803 adultos. Para estabelecer os IR, aplicou-se critérios de exclusão, removeram-se outliers e feito particionamentos por sexo, idade e raça/cor da pele. Adotou-se o método não paramétrico.  As diferenças foram avaliadas pelos testes Mann Withney e Kruskal Wallis (p≤0,05). Resultados: houve diferenças estatisticamente significativas nos IR segundo sexo para glóbulos vermelhos, hemoglobina, hematócrito, HCM, CHCM, eosinófilos, monócitos, neutrófilos absolutos e plaquetas (p≤0,05). Quando analisados por idade,  houve diferenças nos IR de mulheres para hematócrito, VCM, glóbulos brancos e RDW e nos homens de glóbulos vermelhos, glóbulos brancos, eosinófilos, volume plaquetário médios, VCM, RDW e HCM (p≤0,05). Para raça/cor houve diferenças nos IR de hemoglobina, HCM, CHMC, glóbulos brancos e volume plaquetário médio, neutrófilos e eosinófilos absolutos (p ≤ 0,05). Conclusão: As diferenças encontradas nos IR de alguns em parâmetros de hemograma em adultos brasileiros  reafirmam a importância de se ter padrões de referência laborarias próprios. Os resultados podem subsidiar a interpretação mais precisa dos exames, identificação adequada e a prevenção de doenças no Brasil.

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              Postado

              10/01/2023

              Como Citar

              Intervalos de referência de hemograma da população adulta brasileira: Pesquisa Nacional de Saúde. (2023). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/1980-549720230004.supl.1.1

              Série

              Ciências da Saúde

              Plaudit