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Acidentes no deslocamento e no trabalho entre brasileiros ocupados, Pesquisa Nacional de Saúde 2013 e 2019

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  • Deborah Carvalho Malta Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte (MG), Brasil image/svg+xml https://orcid.org/0000-0002-8214-5734
    • Regina Tomie Ivata Bernal Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte (MG), Brasil image/svg+xml
      • Nádia Machado de Vasconcelos Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte (MG), Brasil image/svg+xml
        • Adalgisa Peixoto Ribeiro Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte (MG), Brasil image/svg+xml
          • Lêda Lúcia Couto de Vasconcelos Universidade Federal de Sergipe. Lagarto (SE), Brasil image/svg+xml
            • Elaine Leandro Machado Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte (MG), Brasil image/svg+xml

              DOI:

              https://doi.org/10.1590/1980-549720230006.supl.1.1

              Palavras-chave:

              Acidentes de Trabalho, Notificação de Acidentes de Trabalho, Inquéritos Epidemiológicos, Vigilância Epidemiológica

              Resumo

              Objetivo: Analisar as prevalências de acidentes de trabalho, segundo variáveis sociodemográficas e ocupacionais, em 2013 e 2019. Métodos: Estudo transversal utilizando dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2013 e 2019. Avaliou-se os acidentes de trabalho típico (AT), descolamento (AD) e Acidentes de Trabalho Totais (ATT). As prevalências e intervalos de confiança de 95% (IC95%) de ATT em 2013 e 2019 foram estimadas segundo as variáveis explicativas, Unidades da Federação e capitais. Em 2019, foram calculadas as prevalências e IC95% segundo variáveis explicativas e razões de prevalência (RP) bruta e ajustada por sexo e faixa etária. Resultados: A prevalência de ATT passou de 4,96% (IC95%: 4,55-5,38) em 2013 para 4,13% (IC95%: 3,80-4,46) em 2019. Em 2013, o Pará liderou em prevalência de ATT e em 2019 a maior prevalência foi no Mato Grosso. As prevalências de AT e AD em 2019 foram, respectivamente 2,64% (IC95%: 2,37-2,91) e 1,60% (IC95%: 1,40-1,80). Em 2019, as prevalências para ATT foram mais elevadas para  homens (RP:1,92; IC95% 1,62-2,27); na faixa etária de 18 a 29 anos (RP: 2,71; IC95% 1,99-3,68); pessoas com ensino fundamental completo/médio incompleto (RP: 2,09; IC95% 1,57-2,78); de cor preta (RP: 1,43; IC95% 1,12-1, 84), e menor em pessoas sem carteira de trabalho (RP: 0,77; IC95% 0,66-0,90).  AT foi maior na zona rural (RP: 1,32 (1,09-1,60). Conclusão: Houve redução dos ATT entre 2013 e 2019. Homens, jovens, pretos e indivíduos com menor escolaridade, trabalhadores da zona rural, apresentaram maiores prevalências de AT em 2019, demonstrando uma relação dos processos saúde-doença-acidente.

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              Postado

              15/12/2022

              Como Citar

              Acidentes no deslocamento e no trabalho entre brasileiros ocupados, Pesquisa Nacional de Saúde 2013 e 2019. (2022). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/1980-549720230006.supl.1.1

              Série

              Ciências da Saúde

              Plaudit