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Arrotos como um sintoma de COVID-19: Apresentação do caso

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  • Nuvia Novoa Acosta Universidad de Ciencias Médicas. Hospital Universitario. Manuel Ascunce Domenech. Unidad de Terapia Intermedia. Camagüey, Cuba image/svg+xml
    • Liuba Yamila Peña Galbán Hospital Clínico Quirúrgico Docente Dr. Octavio de la Concepción de la Pedraja https://orcid.org/0000-0002-1613-5415
      • Oscar Liza Hernández Universidad de Ciencias Médicas. Hospital Militar Clínico Quirúrgico Docente Dr. Octavio de la Concepción de la Pedraja. Camagüey, Cuba
        • Hector Perez Assef Universidad de Ciencias Médicas de La Habana. Hospital Clínico Quirúrgico Hermanos Ameijeiras. La Habana. Cuba. image/svg+xml

          DOI:

          https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.5036

          Palavras-chave:

          Eructo, Síntomas de Alarma, Síndrome de dificultad respiratoria aguda, COVID-19, Cuidados Intensivos

          Resumo

          Introdução: Os principais sintomas dessa infecção viral são febre, tosse seca e falta de ar, porém há um aumento no relato de casos de COVID-19 que apresentaram sintomas gastrointestinais e evoluíram para gravidade. Objetivo: Apresentar um paciente com infecção por SARS-CoV-2 que, a partir de manifestações gastrointestinais, evoluiu para estágios de gravidade da doença e óbito. Apresentação do caso: Paciente do sexo masculino, 55 anos, com histórico de hipertensão arterial para o qual seguia esquema terapêutico com captopril (25 mg) 1 comprimido duas vezes ao dia. Começou com mal-estar geral e arrotos persistentes, com duração de várias horas, no terceiro dia apareceu febre e foi feito o diagnóstico de infecção por SARS CoV-2. No dia seguinte, o desconforto respiratório apareceu subitamente enquanto os sintomas mencionados persistiam e o paciente evoluiu para síndrome do desconforto respiratório agudo, sustentado por suporte ventilatório, mas morreu apesar disso. Conclusões: As manifestações gastrointestinais não são incomuns, o conhecimento destas manifestações permite-nos estar atentos no seguimento e estabelecer um diagnóstico precoce com o objetivo de reduzir as complicações e a taxa de mortalidade em doentes com apresentações atípicas da doença.

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          Biografia do Autor

          Nuvia Novoa Acosta, Universidad de Ciencias Médicas. Hospital Universitario. Manuel Ascunce Domenech. Unidad de Terapia Intermedia. Camagüey, Cuba

          Especialista de Primer Grado en Medicina Intensiva y Emergencias Pediátricas. Máster en Urgencias y Emergencias Médicas.  Universidad de Ciencias Médicas. Hospital Universitario. Manuel Ascunce Domenech. Unidad de Terapia Intermedia. Camagüey, Cuba

           

          Oscar Liza Hernández, Universidad de Ciencias Médicas. Hospital Militar Clínico Quirúrgico Docente Dr. Octavio de la Concepción de la Pedraja. Camagüey, Cuba

          Especialista de Segundo Grado en Medicina Intensiva y Emergencias. Especialista de Primer Grado en MGI. Profesor Asistente. Universidad de Ciencias Médicas. Hospital Militar Clínico Quirúrgico Docente Dr. Octavio de la Concepción de la Pedraja. Camagüey, Cuba.

          Hector Perez Assef, Universidad de Ciencias Médicas de La Habana. Hospital Clínico Quirúrgico Hermanos Ameijeiras. La Habana. Cuba.

          Especialista de Segundo Grado en Medicina Intensiva y Emergencias. Especialista de Primer Grado en Cardiología. Master en Urgencias y Emergencias Médicas. Profesor Auxiliar. Universidad de Ciencias Médicas de La Habana. Hospital Clínico Quirúrgico Hermanos Ameijeiras. La Habana. Cuba

          Postado

          29/11/2022

          Como Citar

          Arrotos como um sintoma de COVID-19: Apresentação do caso. (2022). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.5036

          Série

          Ciências da Saúde

          Plaudit