Política de Coleta Seletiva de Resíduos Sólidos no Brasil: Emprego, Renda e a Experiência das Cooperativas
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.5034Palavras-chave:
Política de Coleta Seletiva de Resíduos Sólidos, Economia Circular, Economia SolidáriaResumo
As cooperativas de catadores dependem de políticas públicas voltadas para o setor de saneamento básico. Nos governos que adotam/implementam políticas de fomento à coleta seletiva de resíduos sólidos, as cooperativas tendem a se desenvolver: o número de cooperados e o volume processado aumentam. A experiência da ASMARE e da COOPAMARE ilustra perfeitamente esse padrão. Nos governos progressistas, em que há o objetivo claro de estimular a atividade, ambas cooperativas floresceram. No entanto, elas perderam cooperados e reduziram sua atividade nos períodos em que as mesmas políticas foram esvaziadas. A análise reforça a necessidade de reativação das políticas de estímulo à coleta seletiva de resíduos sólidos, de forma inclusiva e solidária.
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