DOI do preprint publicado https://doi.org/10.1590/s2237-96222022000200021
Análise da tendência da mortalidade por doenças definidoras e não definidoras de HIV/aids segundo características sociodemográficas, por Unidade da Federação e Brasil, 2000-2018
DOI:
https://doi.org/10.1590/s1679-49742022000200021Palavras-chave:
Mortalidade, HIV, Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, Estudos de Séries TemporaisResumo
Objetivo: Analisar a tendência temporal da mortalidade por doenças definidoras e não definidoras de HIV/aids no Brasil entre 2000 e 2018. Métodos: Estudo ecológico de série temporal, com dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade, no Brasil e Unidades da Federação. Utilizou-se a regressão de Prais-Winsten para a análise de tendências, de acordo com mortalidade geral, sexo, faixa etária, estado civil e raça/cor da pele. Resultados: Foram registrados 237.435 óbitos no período. No país, as doenças definidoras apresentaram taxas mais elevadas (7,4 a 4,4 óbitos/100 mil habitantes no período) que as observadas entre as não definidoras (0,4 a 0,8 óbitos/100 mil hab. no período). A mortalidade geral por doenças definidoras foi decrescente (-6,3% – IC95% -8,8;-3,8); e por doenças não definidoras, crescente (11,0% – IC95% 6,5;15,7). Conclusão: Houve mudança no perfil de mortalidade por HIV/aids no decorrer dos anos observados, verificando-se decréscimo de óbitos por doenças definidoras de HIV/aids.
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