O preprint foi publicado em outro meio.
DOI do preprint publicado https://doi.org/10.1590/1678-460x202339456384
Preprint / Versão 1

As construções [que x o que] e [que x que nada] no português brasileiro

article.authors6a0642b000a68

DOI:

https://doi.org/10.1590/1678-460x202256384

Palavras-chave:

negação, construções, polissemia, corpus

Resumo

Este artigo tem como meta investigar o uso e emergência das construções [que x o que] e [que x que nada] com base no aparato teórico da abordagem construcionista (Goldberg, 1995; Croft & Cruise, 2004; Traugott & Trousdale, 2013). Tais construções, recorrentes na modalidade oral do português brasileiro em situações de diálogo, funcionam como mecanismo de discordância, incorporando a informação linguística a ser refutada (explícita ou não no evento comunicativo), operando no mesmo nível de expressões cristalizadas como as idiomáticas. Os dados analisados foram extraídos do corpus C-Oral Brasil, pesquisa na plataforma Google e Corpus do Português. Neste estudo, o foco reside em compreender as motivações de natureza formal e funcional do emprego dessas construções nas situações reais de uso da língua. Os resultados apontam complexidade na interpretação dessas expressões quanto ao pareamento forma-função, haja vista que a gradiência desse pareamento é relativamente abruto e resulta de processos polissêmicos.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Postado

05/07/2022

Como Citar

As construções [que x o que] e [que x que nada] no português brasileiro. (2022). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/1678-460x202256384

Série

Linguística, letras e artes

Plaudit