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Exposição ambiental e ocupacional entre pacientes com câncer em Mato Grosso

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  • Ageo Mário Cândido da Silva Instituto de Saúde Coletiva, Universidade Federal de Mato Grosso e Secretaria de Saúde do estado de Mato Grosso. Cuiabá, Mato Grosso, Brasil. image/svg+xml https://orcid.org/0000-0001-5293-9413
    • Mariana Rosa Soares Instituto de Saúde Coletiva, Universidade Federal de Mato Grosso. Cuiabá, Mato Grosso, Brasil image/svg+xml
      • Nayaha Almeida Silva Instituto de Saúde Coletiva, Universidade Federal de Mato Grosso. Cuiabá, Mato Grosso, Brasil image/svg+xml
        • Márcia Leopoldina Montanari Correa Instituto de Saúde Coletiva, Universidade Federal de Mato Grosso. Cuiabá, Mato Grosso, Brasil image/svg+xml
          • Jorge Mesquita Huet Machado Fundação Oswaldo Cruz- DF. Brasília, Distrito Federal, Brasil
            • Wanderlei Antonio Pignati Instituto de Saúde Coletiva, Universidade Federal de Mato Grosso. Cuiabá, Mato Grosso, Brasil image/svg+xml
              • Amanda Cristina de Souza Andrade Instituto de Saúde Coletiva, Universidade Federal de Mato Grosso. Cuiabá, Mato Grosso, Brasil image/svg+xml
                • Noemi Dreyer Galvão Instituto de Saúde Coletiva, Universidade Federal de Mato Grosso. Cuiabá, Mato Grosso, Brasil image/svg+xml

                  DOI:

                  https://doi.org/10.1590/1980-549720220018.supl.1.1

                  Palavras-chave:

                  câncer, exposição ocupacional, agroquímicos, poluição ambiental

                  Resumo

                  Objetivo: Estimar a prevalência da exposição ocupacional e ambiental segundo fatores sociodemográficos nos pacientes com câncer atendidos nos hospitais de referência do estado de Mato Grosso. Métodos: Estudo transversal com pacientes com câncer de 18 anos ou mais. Foram calculadas as prevalências de exposição aos agrotóxicos, amianto, chumbo, metais pesados, formol, benzeno, exposição à poeira industrial e manuseio de outras substâncias químicas conforme sexo, faixa etária e escolaridade. Resultados: Foram entrevistados 1.012 pacientes (55,0% do sexo feminino, 45,6% com 60 anos ou mais, 56,9% possuíam menos de 5 anos de escolaridade. Agrotóxicos (22,8%), poeira industrial (10,7%) e benzeno (10,1%) foram as exposições de maior frequência. A exposição ocupacional e ambiental foi maior no sexo masculino para todas as exposições avaliadas, exceto para o formol que foi maior no sexo feminino. A exposição ao agrotóxico, poeira industrial, benzeno, amianto e metais pesados aumentou com a idade e foi mais frequente entre aqueles de menor escolaridade. Conclusão: Aproximadamente um em cada cinco pacientes com câncer atendidos em hospitais de referência de Mato Grosso relatou ter sido exposto aos agrotóxicos, e um a cada dez foram expostos à poeira industrial e benzeno, sendo maior a exposição entre os indivíduos do sexo masculino, mais velhos e de menor escolaridade.

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                  Postado

                  27/04/2022

                  Como Citar

                  Exposição ambiental e ocupacional entre pacientes com câncer em Mato Grosso. (2022). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/1980-549720220018.supl.1.1

                  Série

                  Ciências da Saúde

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