DOI do preprint publicado https://doi.org/10.1590/S2237-96222022000200002
Descrição das notificações de atendimento antirrábico humano para profilaxia pós-exposição no Brasil, 2014-2019
DOI:
https://doi.org/10.1590/S1679-49742022000200002Palavras-chave:
Raiva, Profilaxia Pós-Exposição, Vacinas Antirrábicas, Epidemiologia Descritiva, Saúde PúblicaResumo
Objetivo: Analisar os atendimentos antirrábicos humanos de profilaxia pós-exposição no Brasil. Métodos: Estudo descritivo dos atendimentos antirrábicos humanos de profilaxia pós-exposição notificados no Sistema de Informação de Agravos de
Notificação no Brasil, de 2014 a 2019. Resultados: Foram notificados 4.033.098 atendimentos antirrábicos, com média de 672.183 ao ano. Houve maior percentual de atendimentos em pessoas do sexo masculino (n=2.111.369; 52,4%), menores de 19 anos de idade (n=1.423.433; 35,3%), residentes em área urbana (n=3.386.589; 88,1%), agredidas por cães (n=3.281.190; 81,5%) e com mordeduras (n=3.575.717; 81,9%), principalmente em mãos e pés (n=1.541.201; 35,3%). A conduta profilática mais
frequente foi observação e vacina (n=1.736.036; 44,2%). A conduta profilática foi adequada em 57,8% (n=2.169.689) e inadequada em 42,2% (n=1.582.411) dos casos. Conclusão: Apesar das condutas profiláticas adequadas, foram observadas indicações inadequadas que, quando insuficientes, podem acarretar casos de raiva humana e, quando desnecessárias, desperdícios, inclusive desabastecimento de imunobiológicos.
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Copyright (c) 2022 Nathalie Mendes Estima, Marcelo Yoshito Wada, Silene Manrique Rocha, Deborah Sicchierolli Moraes, Patrícia Miyuki Ohara, Alexander Vargas, Dalva Maria de Assis

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