DOI do preprint publicado https://doi.org/10.1590/0102-40883
INTEGRAÇÃO ENTRE O PRESENCIAL E O VIRTUAL NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE EDUCADORES: LIMITES, DESAFIOS E POTENCIALIDADES
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.3543Palavras-chave:
formação continuada de educadores, curso semipresencial, Ciência Tecnologia Sociedade, Tecnologias de Informação e ComunicaçãoResumo
Este trabalho tem como objetivo analisar a percepção de educadores da Educação Básica sobre a realização de curso semipresencial denominado “Formação Continuada de educadores em serviço: a abordagem CTS como articuladora do currículo integrado” na área de Ciência Tecnologia Sociedade (CTS), assim como os limites e potencialidades da formação continuada. O curso de modalidade extensão da Universidade Federal de Santa Maria contou com a duração de 80 h e foi realizado durante o ano letivo de 2016, com encontros presenciais na escola participante e atividades no Ambiente Virtual de Ensino e Aprendizagem (AVEA). Buscamos aplicar e discutir as Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), a formação continuada, o currículo e avaliar o processo. Identificou-se uma baixa aderência dos educadores à etapa à distância do curso,em comparação com a etapa presencial, gerando questionamentos sobre a necessidade de processos formativos com foco nas tecnologias e dentro da carga horária de trabalho dos docentes. Os dados foram coletados com base na observação, participação e realização das atividades e por meio de um questionário no qual os educadores avaliaram o curso. A análise dos dados se deu a partir da tabulação em planilhas do Excel, anotações, falas e envolvimento dos participantes. As perguntas fechadas, foram analisadas por meio de gráficos e as abertas por meio da análise do discurso do sujeito coletivo (DSC), técnica, empregada por Lefevre e Lefevre (2003).participação e realização das atividades e por meio de um questionário no qual os educadores avaliaram o curso. A análise dos dados se deu a partir da tabulação em planilhas do Excel, anotações,falas e envolvimento dos participantes. As perguntas fechadas, foram analisadas por meio de gráficos e as abertas por meio da análise do discurso do sujeito coletivo (DSC), técnica, empregada por Lefevre e Lefevre (2003).participação e realização das atividades e por meio de um questionário no qual os educadores avaliaram o curso. A análise dos dados se deu a partir da tabulação em planilhas do Excel, anotações, falas e envolvimento dos participantes. As perguntas fechadas, foram analisadas por meio de gráficos e as abertas por meio da análise do discurso do sujeito coletivo (DSC), técnica, empregada por Lefevre e Lefevre (2003).participação e realização das atividades e por meio de um questionário no qual os educadores avaliaram o curso. A análise dos dados se deu a partir da tabulação em planilhas do Excel, anotações,falas e envolvimento dos participantes. As perguntas fechadas, foram analisadas por meio de gráficos e as abertas por meio da análise do discurso do sujeito coletivo (DSC), técnica, empregada por Lefevre e Lefevre (2003).participação e realização das atividades e por meio de um questionário no qual os educadores avaliaram o curso. A análise dos dados se deu a partir da tabulação em planilhas do Excel, anotações, falas e envolvimento dos participantes. As perguntas fechadas, foram analisadas por meio de gráficos e as abertas por meio da análise do discurso do sujeito coletivo (DSC), técnica, empregada por Lefevre e Lefevre (2003).participação e realização das atividades e por meio de um questionário no qual os educadores avaliaram o curso. A análise dos dados se deu a partir da tabulação em planilhas do Excel, anotações, falas e envolvimento dos participantes. As perguntas fechadas, foram analisadas por meio de gráficos e as abertas por meio da análise do discurso do sujeito coletivo (DSC), técnica, empregada por Lefevre e Lefevre (2003).participação e realização das atividades e por meio de um questionário no qual os educadores avaliaram o curso. A análise dos dados se deu a partir da tabulação em planilhas do Excel, anotações, falas e envolvimento dos participantes. As perguntas fechadas, foram analisadas por meio de gráficos e as abertas por meio da análise do discurso do sujeito coletivo (DSC), técnica, empregada por Lefevre e Lefevre (2003).
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