DOI do preprint publicado https://doi.org/10.1590/0101-3173.2023.v46esp1.p473
SOBRE O STATUS METAFÍSICO DAS CORES
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.3276Palavras-chave:
qualidade secundária, qualidade primária, metafísica, visão cética do mundo, dogmatismo, percepçãoResumo
(Este artigo faz parte de um projeto da Trans/Form/Ação: revista de filosofia da Unesp. Trata-se do Dossiê Filosofia Autoral, a ser publicado em 2022.) Neste artigo, pretendo desenvolver uma concepção sobre as cores como parte de uma visão cética do mundo. Para isso, investigo como alguns dos principais céticos ao longo da história da filosofia conceberam as cores, seja em relação a outras qualidades sensíveis, seja em relação ao objeto físico. Depois, à luz do debate entre Barry Stroud e John McDowell, descrevo aquela que me parece ser a concepção comum das cores e sustento que o cético não apenas aceita que os objetos são coloridos, mas que ele pode saber qual é a sua cor por meio da percepção.
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