Modelo SIR com taxa de exposição para estudo da projeção de casos de COVID-19 no estado de Sergipe
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.311Palavras-chave:
coronavírus, SARS-CoV-2, Modelo SIR, SergipeResumo
Utilizamos neste trabalho dois modelos para o estudo do comportamento da curva epidêmica da COVID-19 no estado de Sergipe entre os dias 14 de março de 2020 e 02 de maio de 2020: modelo SIR convencional e uma variante deste, que incorpora o número de indivíduos mais expostos ao contágio do que o restante da população. Construímos essa variante do modelo SIR com base em outro modelo proposto para descrever o surto epidêmico da COVID-19 na Coreia do Sul e em Portugal. No modelo SIR com exposição aqui proposto, introduzimos um fator de exposição, denominado β1/β2, que permite descrever a influência de fatores, como afastamento social, no espalhamento da doença. Em nosso trabalho, para fazer a comparação entre os dados obtidos via simulação e o número de casos oficialmente registrados no estado de Sergipe; consideramos que há entre três e nove casos reais para cada caso registrado oficialmente, que há indivíduos com maior probabilidade de contágio do que outros, aqui denominados indivíduos expostos, e que o número de reprodução varia com o tempo, crescendo exponencialmente na fase início do surto epidêmico. Os resultados da simulação mostram que a taxa de contágio se encontra na faixa de 2,9 ou superior, região em que há maior concordância entre o modelo e dados coletados.
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