Completude e caracterização dos registros de sífilis gestacional e congênita na Bahia, 2007-2017
DOI:
https://doi.org/10.1590/s1679-49742021000400018Palavras-chave:
Sífilis Congênita, Cuidado Pré-Natal, Perfil de Saúde, Epidemiologia Descritiva, Sistema de Informação em SaúdeResumo
Objetivo: Descrever a completude e as características das notificações de sífilis gestacional e congênita no estado da Bahia, Brasil, no período 2007-2017. Métodos: Estudo ecológico, com dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Foram calculadas as taxas de incidência para a Bahia e suas macrorregiões de saúde, e o percentual da completude dos dados. Resultados: Foram identificados 15.050 casos de sífilis gestacional e 7.812 de sífilis congênita, no período analisado. A taxa de incidência variou de 1,3 para 15,1 casos em gestantes/1 mil nascidos vivos, e de 0,5 para 6,7 casos em menores de um ano/1 mil nascidos vivos. A completude da ‘classificação clínica’ dos casos de sífilis gestacional apresentou preenchimento variável, entre 58,2 e 67,2%, entre 2007 e 2017. Conclusão: Evidenciou-se aumento nas taxas de incidência, falha no preenchimento das notificações e necessidade de implementação de uma rotina de avaliação da qualidade das informações
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