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Ocorrência e desigualdades por escolaridade em multimorbidade em adultos brasileiros entre 2013 e 2019: evidências da Pesquisa Nacional de Saúde

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  • Felipe Mendes Delpino Programa de Pós-graduação em Enfermagem, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil https://orcid.org/0000-0002-3562-3246
    • Andrea Wendt Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil
      • Pedro Augusto Crespo Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil
        • Cauane Blumenberg Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil
          • Doralice Severo da Cruz Teixeira Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil
            • Sandro Rodrigues Batista Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Goiás, Goiânia, Brasil. Secretaria de Estado da Saúde de Goiás, Goiânia, Brasil
              • Deborah Carvalho Malta Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública, Escola de Enfermagem, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil
                • J. Jaime Miranda CRONICAS Center of Excellence in Chronic Diseases, Universidad Peruana Cayetano Heredia, Lima, Peru
                  • Thaynã Ramos Flores Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil
                    • Bruno Pereira Nunes Programa de Pós-graduação em Enfermagem, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil
                      • Fernando C Wehrmeister Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil

                        DOI:

                        https://doi.org/10.1590/1980-549720210016.supl.2

                        Palavras-chave:

                        Multimorbidade, Doenças Crônicas, Desigualdades em Saúde, Adultos, Estudos transversais

                        Resumo

                        Objetivos Os objetivos do presente estudo foram: 1) estimar a prevalência de multimorbidade nos anos de 2013 e 2019 em adultos de 18 a 59 anos; 2) avaliar as desigualdades na prevalência de multimorbidade em 2013 e 2019 de acordo com escolaridade. Métodos Foram utilizados dados de dois inquéritos transversais da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2013 e 2019. A multimorbidade foi avaliada a partir de 14 morbidades autorreferidas a partir de diagnóstico médico na vida (exceto problema na coluna) e definida usando o ponto de corte de ≥ 2 doenças. As prevalências de multimorbidade e morbidades individuais foram descritas de acordo com sexo, idade, cor da pele e escolaridade. Desigualdades brutas e relativas nas prevalências conforme escolaridade foram calculadas utilizando o Slope Index of Inequality (SII) e o Concentration Index (CIX), respectivamente. Resultados A prevalência de multimorbidade aumentou de 18,7% (IC 95%: 18,0-19,3) em 2013 para 22,3% (IC 95%: 21,7-22,9) em 2019, sendo maior entre mulheres e adultos entre 30-59 anos em ambos os períodos. Asma/bronquite, depressão e problemas na coluna foram as condições que mais aumentaram no período. Desigualdades absolutas e relativas foram observadas, com prevalências superiores entre os menos escolarizados e sem diferença entre os anos. Conclusões A prevalência de multimorbidade aumentou no período entre 2013 e 2019. Desigualdades na prevalência de multimorbidade foram observadas de acordo com escolaridade.

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                        Postado

                        22/09/2021

                        Como Citar

                        Ocorrência e desigualdades por escolaridade em multimorbidade em adultos brasileiros entre 2013 e 2019: evidências da Pesquisa Nacional de Saúde. (2021). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/1980-549720210016.supl.2

                        Série

                        Ciências da Saúde

                        Plaudit