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DOI do preprint publicado https://doi.org/10.18675/1981-8106.v33.n.66.s16671
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CRENÇAS, AUTOEFICÁCIA E ESTRATÉGIAS DE PROFESSORES DIANTE DO BULLYING

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.2639

Palavras-chave:

violência, bullying, professores, estudantes, estratégias

Resumo

Buscou-se identificar e relacionar as ocorrências de violência que envolvem estudantes e professores, as estratégias utilizadas por esses professores para o enfrentamento do bullying e as suas crenças e percepção de autoeficácia para intervir nesse problema. Estudo transversal, com abordagem descritiva e analítica, realizado em 2018, com 46 professores de Guaiúba, Ceará. Foram aplicados três questionários. Identificou-se que existe prevalência significativa de violências nos ambientes das escolas, com predominância de violência indireta e verbal quando se trata de agressões de alunos a professores. Notou-se que as estratégias de chamar atenção, discutir com a turma possíveis soluções e confortar o aluno são mais frequentes quando o problema ocorre na sala de aula. Professores que foram autores de bullying na infância concordam mais com crenças normativas (p=0,04) e de aprendizagem (p=0,03), enquanto professores que foram vítimas acreditam que as estratégias de esquiva são inadequadas (p=0,02). Portanto, é necessária a identificação das percepções, crenças e do histórico de envolvimento em bullying de professores para a construção de programas mais eficazes de enfrentamento da violência escolar.

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Biografia do Autor

Geisy Lanne Muniz Luna, Fundação Regional de Saúde. Coordenadoria de Ensino e Educação Permanente

Doutora em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual do Ceará - UECE (2019). Especialista em Saúde da Família (UECE) e Enfermagem Forense (SOBEF). Atuou como Coordenadora dos Cursos de Enfermagem, Farmácia e Nutrição, com experiência na área de desenvolvimento e avaliação curricular. Atualmente é Coordenadora Pedagógica e professora da Residência Integrada em Saúde da Escola de Saúde Pública do Ceará. Na graduação ministrou as disciplinas de Políticas de Saúde e Metodologia do trabalho Científico (modalidade EAD), Internato em Saúde Coletiva e Saúde Coletiva I e II. Experiência em gestão de serviços de saúde e educacional, na gestão de serviços, atuou principalmente na área de Atenção Primária á Saúde e Vigilância à Saúde. Na área educacional tem trabalho desenvolvido na área de formação de professores, desenvolvimento e avaliação curricular. Na Pesquisa, atua nos seguintes temas: Violência contra criança e adolescente, Violência Escolar, SUS-Estratégia Saúde da Família, Integração Ensino-Serviço, Desenvolvimento e Avaliação Curricular, Formação de Professores. Membro do grupo de pesquisa-CNPq: Violência e Repercussões na Saúde Individual e Coletiva e Membro da Sociedade Brasileira de Enfermagem Forense.

Ana Carina Stelko-Pereira, Universidade Federal do Paraná

Psicóloga (UFPR), Especialista em Terapia Analítico-Comportamental (Paradigma), Mestre em Educação Especial (UFSCar), Doutora em Psicologia (UFSCar) e professora adjunta da Universidade Federal do Paraná. Desenvolve trabalhos téorico-práticos com relação ao tema bullying, indisciplina e habilidades socioemocionais. Foi membro do Laboratório de Análise e Prevenção da Violência (LAPREV) e orientou disserttações e teses no Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva na Universidade Estadual do Ceará. Publicou artigos e capítulos de livros sobre como fomentar um ambiente escolar saudável. Foi bolsista de Iniciação Científica durante a graduação, da Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo no mestrado e doutorado. Fez estágio em Toronto (Canadá) como bolsista do Conselho Nacional de Pesquisa, conhecendo programas de intervenção a problemas de comportamento em crianças e adolescentes. Teve um filho em 2018. 

Dayse Lorrane Gonçalves Alves, Universidade Federal do Paraná

Graduada em Psicologia pela Universidade Federal do Ceará (UFC). É especialista em Saúde Pública pela Universidade Estadual do Ceará (UECE) e possui Residência Multiprofissional em Saúde da Família e Comunidade pela Escola de Saúde Pública do Ceará (ESP-CE). É Mestre em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual do Ceará (UECE) - Bolsista CAPES. Atualmente, é doutoranda em Educação pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Atua nos seguintes campos: saúde da criança e do adolescente; saúde na escola; interface entre Saúde e Educação; Competências Socioemocionais; e prevenção do bullying e da violência escolar.

Steffany Rocha da Silva, Universidade Estadual do Ceará

Psicóloga Educacional na Secretaria Municipal de Educação de Fortaleza. Psicóloga Clínica com ênfase em procedimentos clínicos e intervenções em saúde, formada pela Universidade Estadual do Ceará (UECE). Pós graduanda em Neuropsicologia pela Unichritus. Foi membro do grupo de Pesquisa Avaliação e Análise Estatística em Saúde Coletiva- PESQSAUDE (UECE) e integrante do Laboratório de Estudos e Práticas em Avaliação Psicológica (LEAPSI). Atuou como monitora da disciplina Estatística em Psicologia. Participou do projeto de pesquisa "Avaliação de um programa preventivo de indisciplina e violência escolar a pré-adolescentes" (2014-2018) e dos projetos de extensão Prevenir na Escola (2014-2018) e CETRATA- ATA no Hospital Universitário Walter Cantídio (2016-2017).

Postado

21/07/2021

Como Citar

CRENÇAS, AUTOEFICÁCIA E ESTRATÉGIAS DE PROFESSORES DIANTE DO BULLYING. (2021). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.2639

Série

Ciências Sociais Aplicadas

Plaudit