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DOI do preprint publicado https://doi.org/10.1590/1980-549720210040
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COVID-19 no estado de São Paulo: a evolução de uma pandemia

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  • Camila Lorenz Divisão de Doenças de Transmissão Respiratória. Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexandre Vranjac” - Coordenadoria de Controle de Doenças. Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, SP, Brasil https://orcid.org/0000-0003-2121-9063
    • Patricia Marques Ferreira Divisão de Doenças de Transmissão Respiratória. Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexandre Vranjac” - Coordenadoria de Controle de Doenças. Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, SP, Brasil
      • Eliana Tiemi Masuda Divisão de Doenças de Transmissão Respiratória. Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexandre Vranjac” - Coordenadoria de Controle de Doenças. Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, SP, Brasil.
        • Pamella Cristina de Carvalho Lucas Divisão de Doenças de Transmissão Respiratória. Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexandre Vranjac” - Coordenadoria de Controle de Doenças. Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, SP, Brasil.
          • Raquel Gardini Sanches Palasio Divisão de Doenças de Transmissão Respiratória. Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexandre Vranjac” - Coordenadoria de Controle de Doenças. Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, SP, Brasil.
            • Lucca Nielsen Divisão de Doenças de Transmissão Respiratória. Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexandre Vranjac” - Coordenadoria de Controle de Doenças. Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, SP, Brasil.
              • Pedro de Campo Mello Monteiro Divisão de Doenças de Transmissão Respiratória. Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexandre Vranjac” - Coordenadoria de Controle de Doenças. Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, SP, Brasil.
                • Camila Martins Trevisan Divisão de Doenças de Transmissão Respiratória. Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexandre Vranjac” - Coordenadoria de Controle de Doenças. Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, SP, Brasil
                  • Ana Lucia Frugis Yu Divisão de Doenças de Transmissão Respiratória. Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexandre Vranjac” - Coordenadoria de Controle de Doenças. Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, SP, Brasil.
                    • Telma Regina M.P. Carvalhanas Divisão de Doenças de Transmissão Respiratória. Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexandre Vranjac” - Coordenadoria de Controle de Doenças. Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, SP, Brasil.

                      DOI:

                      https://doi.org/10.1590/1980-549720210040

                      Palavras-chave:

                      SARS-CoV-2, epidemia, transmissão, espaço-tempo, vigilância epidemiológica

                      Resumo

                      OBJETIVOS: Descrever, de forma retrospectiva, os casos graves hospitalizados e óbitos relacionados à epidemia de COVID-19 no estado de São Paulo, desde a data do primeiro registro com início de sintomas em 10/02/2020 até registros disponíveis em 20/05/2021.

                      MÉTODOS: Trata-se de um estudo descritivo realizado por meio da base de dados do Sistema de Vigilância Epidemiológica da Gripe (SIVEP-Gripe). Foram calculadas as taxas de incidência, mortalidade e incidência acumulada no período, estratificadas por faixa etária e Departamento Regional de Saúde (DRS). Os casos graves foram geocodificados para análise de seu espalhamento pelo estado e foi calculado o R Efetivo, que estima o potencial de propagação de um vírus dentro de uma população.

                      RESULTADOS: Houve um aumento significativo dos casos graves e óbitos registrados no período de um ano, sendo que as taxas de incidência e mortalidade foram heterogêneas dentro do estado. Os períodos mais críticos em relação à incidência de casos graves ocorreram entre maio e julho de 2020 e entre março e abril de 2021. Os DRS de São José do Rio Preto, Grande São Paulo e Araçatuba concentraram as maiores taxas de incidência e mortalidade. Os casos graves e óbitos foram mais frequentes nos homens e na população acima de 60 anos, e as principais condições de risco relacionadas aos óbitos foram cardiopatia (59%) e diabetes (42,8%).

                      CONCLUSÕES: Espera-se que esses resultados ofereçam embasamento e possam contribuir para uma ação de controle mais eficiente, além de permitir o entendimento histórico da evolução da COVID-19 no estado.

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                      Postado

                      21/06/2021

                      Como Citar

                      COVID-19 no estado de São Paulo: a evolução de uma pandemia. (2021). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/1980-549720210040

                      Série

                      Ciências da Saúde

                      Plaudit