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COVID-19 em Instituições de Longa Permanência para Idosos: um inquérito epidemiológico

COVID-19 em Instituições para Idosos

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  • Nereida Lima Ribeirão Preto Medical School - University of São Paulo
    • Jaciara M. Viana Ribeirão Preto Medical School - University of São Paulo
      • Fernando Bellissimo-Rodrigues Ribeirão Preto Medical School - University of São Paulo https://orcid.org/0000-0002-3736-7127
        • Julio C. Moriguti Ribeirão Preto Medical School - University of São Paulo https://orcid.org/0000-0001-5499-3552
          • Eduardo Ferriolli Ribeirão Preto Medical School - University of São Paulo
            • Jair Licio Ferreira Santos Ribeirão Preto Medical School - University of São Paulo https://orcid.org/0000-0001-7367-4418

              DOI:

              https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.2065

              Palavras-chave:

              Instituição de Longa Permanência, COVID-19

              Resumo

              Objetivo: Mapear a ocorrência da infecção por SARS-CoV-2 nas Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) da cidade de Ribeirão Preto, SP, incluindo idosos e funcionários, identificando fatores associados, visando adoção oportuna de medidas preventivas.
              Metodologia: Inquérito epidemiológico realizado em cidade de médio porte para identificar a infecção por SARS-CoV-2 em residentes e funcionários, identificando fatores associados. Houve amostragem estratificada, sendo coletados dados demográficos, de saúde, sintomas atuais ou recentes comuns à infecção, além de avaliadas as atividades básicas de vida diárias (ABVD) e a cognição com aplicação do Mini Exame do Estado Mental (MEEM). Foi realizado teste sorológico em todos os sorteados.
              Resultados: Os idosos da amostragem tinham 80,2±9,7 anos e funcionários 37,4 ±12,2 anos. A positividade no teste sorológico foi de 13,3% entre idosos e 25,9% em funcionários. Idosos apresentavam 2,9±1,5 doenças crônicas, com uso de 5,7±2,8 medicamentos, somente 11,1% com rastreio para demência negativo e 20% independentes. Os funcionários tinham SARS-CoV-2 detectada previamente em apenas 6,9%, com 30% sem vacinação contra influenza e sem checagem sistemática de sintomas.
              Conclusões: Regras rígidas de comportamento devem ser instituídas, pois todo funcionário é potencialmente um transmissor da doença e, por isso, devem ser rastreados quanto a sintomas antes de cada dia de trabalho. Houve elevada prevalência de alterações cognitivas que podem dificultar o cumprimento das medidas de proteção individual dentro das ILPIs.

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              Postado

              05/04/2021

              Como Citar

              COVID-19 em Instituições de Longa Permanência para Idosos: um inquérito epidemiológico: COVID-19 em Instituições para Idosos. (2021). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.2065

              Série

              Ciências da Saúde

              Plaudit