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Prática insuficiente de atividade física no Brasil a partir da Pesquisa Nacional de Saúde de 2013 e 2019: o que não é revelado pela classificação baseada nas recomendações

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  • Fabio Fortunato Brasil de Carvalho Instituto Nacional de Câncer do Ministério da Saúde https://orcid.org/0000-0003-2979-6359
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  • Luciana Maya Grucci Moreira Instituto Nacional de Câncer do Ministério da Saúde https://orcid.org/0000-0003-1454-1732
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  • Fernanda Teles Gonzalez Instituto Nacional de Câncer do Ministério da Saúde https://orcid.org/0000-0001-5869-6766
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  • Leonardo Araújo Vieira Prefeitura Municipal de Vitória, Serviço de Orientação ao Exercício https://orcid.org/0000-0003-4382-9719
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  • Debora Bernardo da Silva Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) https://orcid.org/0000-0003-4351-8929
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  • Thainá Alves Malhão Instituto Nacional de Câncer do Ministério da Saúde https://orcid.org/0000-0002-5644-1089
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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.18645

Palavras-chave:

Inatividade física, Recomendações de consenso, Inquéritos Epidemiológicos, Recomendações de Consenso

Resumo

A prática insuficiente de atividade física é fator de risco para as condições crônicas de saúde e, na vigilância epidemiológica, é definida pelo não alcance de 150 minutos semanais na intensidade moderada ou equivalente. Entretanto, esse indicador dicotômico reúne indivíduos com volumes de atividade física distintos. Este estudo analisou a distribuição do volume semanal de atividade física entre adultos brasileiros, em três domínios (lazer, deslocamento e trabalho), tendo como indicador a soma desses, que é o usual de prática insuficiente, e exclusivamente no lazer, segundo sexo e raça/cor da pele, em 2013 e 2019. Trata-se de estudo transversal com dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), no qual foram estimadas as prevalências das categorias 0, 1–75, 76–149 e ≥150 minutos semanais. As análises consideraram o desenho amostral complexo, e as associações com sexo e raça/cor foram avaliadas pelo teste de Rao–Scott. Identificou-se que em 2013 a prática insuficiente era de 45,7% e, exclusivamente no lazer, era 77,3%. Em 2019, essas proporções eram respectivamente 40,3% e 69,9%, concentrando-se a maior parte na categoria 0 minuto em ambos os anos. Observaram-se diferenças por domínio, sexo e raça/cor, com maior prática insuficiente entre mulheres e pessoas negras, sobretudo no lazer. Conclui-se que revelar a distribuição do volume de atividade física em categorias adicionais contribui para o monitoramento de políticas públicas e para revelar desigualdades pouco evidentes em classificações dicotômicas.

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Enviado

28/10/2026

Postado

30/10/2026

Como Citar

Prática insuficiente de atividade física no Brasil a partir da Pesquisa Nacional de Saúde de 2013 e 2019: o que não é revelado pela classificação baseada nas recomendações. (2026). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.18645

Série

Ciências da Saúde

Plaudit