Movimentos sociais como arenas de coexistência geracional: uma proposta analítica
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.18064Palavras-chave:
Gerações, Movimentos Sociais, Ação ColetivaResumo
O artigo explora o potencial analítico da categoria geração para os estudos dos movimentos sociais e propõe compreendê-los como arenas de coexistência geracional. Em diálogo com Mannheim e teorias da ação coletiva, examina como gerações políticas coexistentes recebem e reelaboram frames, repertórios e heranças. A partir de pesquisa qualitativa sobre as lutas pelo direito à saúde no Brasil, identifica três configurações geracionais e mostra que continuidades, conflitos e ressignificações revelam uma dimensão histórico-temporal da agência e ajudam a explicar a transformação da luta sem ruptura necessária com seus legados.
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