A internacionalização no stricto sensu brasileiro: programas de excelência
DOI:
https://doi.org/10.1590/1982-57652026v31id307431Palavras-chave:
avaliação, internacionalização, Pós-GraduaçãoResumo
A internacionalização, nas últimas décadas, tem sido objeto de atenção na Educação Superior, em destaque a Pós-Graduação, visto ser indicador necessário a padrões de excelência na pesquisa. Assim, a internacionalização está presente no processo de avaliação tanto da Graduação quanto da Pós-Graduação. Este artigo objetiva mapear as ações de internacionalização relatadas por programas de nota 7, que alcançaram o patamar de excelência nas avaliações dos quadriênios 2017-2020 e 2021-2024, focando nas ações de internacionalização, conforme os parâmetros propostos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Para tanto, faz uso da abordagem qualitativa com análise dos relatórios disponibilizados na plataforma Sucupira. Os resultados evidenciam que os três programas que mantiveram a excelência 7 nos quadriênios 2017-2020 e 2021-2024, não só contemplam os critérios de avaliação da Capes no que se refere à internacionalização, mas também evidenciam que o financiamento é fundamental para que a internacionalização se consolide e aconteça. Destaca-se, neste quadriênio, o Capes-Print, conquistado pelos três programas analisados.
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