A Ideia Esquecida: Cruz e Sousa e a Guerrilha Literária Catarinense na gênese da modernidade cultural brasileira
DOI:
https://doi.org/10.1590/2596-304x202628e20261125Palavras-chave:
Relações centro-periferia, Grupo de Desterro, Cruz e Sousa, Modernismo, SimbolismoResumo
Este artigo questiona a narrativa hegemônica que situa a Semana de Arte Moderna de 1922 como o evento fundador exclusivo da modernidade cultural brasileira. Com base em pesquisa arquivística (jornais, correspondências e obras raras do período), propõe recuperar e analisar o papel do Grupo de Desterro (também chamado de "Guerrilha Literária Catarinense"), ativo em Desterro (atual Florianópolis) entre 1883 e o início da década de 1890, como um laboratório precursor e fundamental para a compreensão da modernidade cultural brasileira como um processo de longa duração, descentralizado e conflituoso.
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