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Mortalidade prematura por doenças crônicas não transmissíveis nos municípios brasileiros, nos triênios de 2010 a 2012 e 2015 a 2017

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  • Laís Santos de Magalhães Cardoso Programa de Pós-graduação em Enfermagem, Escola de Enfermagem, Universidade Federal de Minas Gerais - Belo Horizonte (MG), Brasil https://orcid.org/0000-0002-1114-5470
    • Renato Azeredo Teixeira Programa de Pós-graduação em Saúde Pública, Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais - Belo Horizonte (MG), Brasil.
      • Antonio Luiz Pinho Ribeiro Hospital das Clínicas e Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais - Belo Horizonte (MG), Brasil.
        • Deborah Carvalho Malta Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública, Escola de Enfermagem, Universidade Federal de Minas Gerais - Belo Horizonte (MG), Brasil

          DOI:

          https://doi.org/10.1590/1980-549720210005.supl.1

          Palavras-chave:

          Doenças não Transmissíveis, Mortalidade Prematura, Registros de Mortalidade, Distribuição Temporal, Análise de Pequenas Áreas

          Resumo

          Objetivo: Estimar mortalidade prematura por Doenças Crônicas Não Transmissíveis nos municípios brasileiros. Métodos: Estudo ecológico com estimativa das taxas de mortalidade prematura por doenças cardiovasculares, respiratórias crônicas, neoplasias e diabetes nos municípios brasileiros, nos triênios de 2010 a 2012 e 2015 a 2017, e análise da distribuição espacial e temporal dessas taxas. Realizou-se redistribuição proporcional dos dados faltantes e das causas mal definidas, e aplicou-se coeficientes para correção de sub-registro. As taxas municipais de mortalidade foram calculadas pelo estimador bayesiano empírico local. Resultados: No Brasil, houve redução das médias das taxas municipais para o conjunto das doenças crônicas entre os triênios. No Sul, Sudeste e Centro-Oeste houve declínio das médias das taxas para o total das DCNTe acréscimo no Nordeste. As médias das taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares foram as mais altas em todas as regiões, mas apresentaram os maiores declínios entre os períodos. As neoplasias representaram o segundo principal grupo de causas. Norte e Nordeste se destacaram pelo aumento das taxas médias por esse grupo de causas entre os períodos analisados e por concentrarem as taxas mais altas de mortalidade prematura por diabetes no triênio 2015 a 2017. Conclusões: Diferenças na distribuição espaço-temporal das taxas de mortalidade prematura por DCNT foram identificadas entre municípios e regiões brasileiras. Houve redução das taxas por doenças cardiovasculares, respiratórias crônicas e diabetes no Sul e no Sudeste e aumento das taxas por neoplasias no Norte e no Nordeste, e por diabetes no Norte e no Centro-Oeste.

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          Postado

          15/12/2020

          Como Citar

          Mortalidade prematura por doenças crônicas não transmissíveis nos municípios brasileiros, nos triênios de 2010 a 2012 e 2015 a 2017. (2020). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/1980-549720210005.supl.1

          Série

          Ciências da Saúde

          Plaudit