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Estimativas de prevalência de hipertensão e diabetes mellitus segundo Índice de Vulnerabilidade da Saúde em Belo Horizonte, Brasil

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  • Crizian Saar Gomes Programa de Pós-Graduação, Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais - Belo Horizonte (MG), Brasil.
    • Regina Tomie Ivata Bernal Programa de Pós-Graduação, Escola de Enfermagem, Universidade Federal de Minas Gerais - Belo Horizonte (MG), Brasil.
      • Alexandra Dias Moreira Departamento de Enfermagem Materno Infantil e Saúde Pública, Escola de Enfermagem, Universidade Federal de Minas Gerais - Belo Horizonte (MG), Brasil.
        • Renato Azeredo Teixeira Programa de Pós-Graduação, Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais - Belo Horizonte (MG), Brasil.
          • Laís Santos de Magalhães Cardoso Programa de Pós-Graduação, Escola de Enfermagem, Universidade Federal de Minas Gerais - Belo Horizonte (MG), Brasil.
            • Antonio Luiz Pinho Ribeiro Hospital das Clínicas e Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais - Belo Horizonte (MG), Brasil
              • Deborah Carvalho Malta Departamento de Enfermagem Materno Infantil e Saúde Pública, Escola de Enfermagem, Universidade Federal de Minas Gerais - Belo Horizonte (MG), Brasil https://orcid.org/0000-0002-8214-5734

                DOI:

                https://doi.org/10.1590/1980-549720210015.supl.1

                Palavras-chave:

                Diabetes Mellitus, Hipertensão, Análise de Pequenas Áreas, Modelos logísticos, Inquéritos Epidemiológicos

                Resumo

                Objetivo: Estimar as prevalências de hipertensão e diabetes para pequenas áreas em Belo Horizonte, utilizando o índice de vulnerabilidade à Saúde (IVS). Métodos:  Estudo ecológico com dados do sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico realizado em Belo Horizonte, nos anos de 2006 a 2013. Foram avaliados o diagnóstico autorreferido de diabetes e hipertensão. As estimativas de prevalências e o intervalo de 95% de confiança (IC95%) foram calculadas usando o método de estimação direto e indireto por IVS agrupado em quatro categorias: baixo, médio, alto e muito alto risco à saúde. Resultados:  Durante o período avaliado, 26,0 % (IC95% 25,2 – 26,8) e 6,1 % (IC95% 6,7% – 6,5%) da população adulta de Belo Horizonte reportaram ser hipertensos e diabéticos, respectivamente. Segundo o método indireto para obtenção das estimativas de hipertensão e diabetes por IVS, verificou-se que as áreas de risco muito elevado apresentaram maior prevalência de adultos com hipertensão (38,6; IC95%: 34,8 - 42,4) e diabetes (16,2%; IC95%:13,1 – 19,3) quando comparados com o de baixo risco  (28,2; IC95%: 27,0– 29,4) e (6,0%; IC95%: 5,4 – 6,7), respectivamente. Conclusões: A população de adultos residentes em áreas com risco elevado à saúde apresentou maiores prevalências de hipertensão e diabetes em comparação àquelas com menor risco.

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                Postado

                15/12/2020

                Como Citar

                Estimativas de prevalência de hipertensão e diabetes mellitus segundo Índice de Vulnerabilidade da Saúde em Belo Horizonte, Brasil. (2020). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/1980-549720210015.supl.1

                Série

                Ciências da Saúde

                Plaudit