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Distribuição de indicadores de Doenças Crônicas Não Transmissíveis em mulheres adultas beneficiárias e não beneficiárias do Programa Bolsa Família – Vigitel 2016-2019

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  • Quéren Hapuque de Carvalho Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Escola de Enfermagem, Universidade Federal de Minas Gerais – Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. https://orcid.org/0000-0003-3808-6041
    • Ana Carolina Micheletti Gomide Nogueira De Sá Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Escola de Enfermagem, Universidade Federal de Minas Gerais – Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.
      • Regina Tomie Ivata Bernal Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Escola de Enfermagem, Universidade Federal de Minas Gerais – Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil
        • Deborah Carvalho Malta Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública, Escola de Enfermagem, Universidade Federal de Minas Gerais – Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil

          DOI:

          https://doi.org/10.1590/1980-549720210011.supl.1

          Palavras-chave:

          Programas sociais, Inquérito sobre Saúde, Desigualdades, Mulheres, Doenças Crônicas Não Transmissíveis

          Resumo

          Objetivo: Comparar a prevalência e a tendência dos fatores de risco e proteção de Doenças Crônicas Não Transmissíveis entre mulheres beneficiárias e não beneficiárias do Bolsa Família no período entre 2016 a 2019. Método: Estudo transversal e de série temporal. Foram estimadas as prevalências e as razões de prevalência brutas e ajustadas por idade e escolaridade dos indicadores para DCNT com os respectivos intervalos de confiança pelo modelo de regressão de Poisson. Foi ainda realizada análise de tendência temporal na qual se empregou o modelo de regressão linear simples, sendo a variável desfecho os indicadores e a explicativa o ano do levantamento. Resultados: As mulheres beneficiárias estiveram mais expostas a fatores de risco para DCNT em relação às não beneficiárias. As RPs ajustadas para fumantes foram 1,15 (1,07–1,24); 1,08 (1,03–1,14) para excesso de peso e 1,09 (1,04–1,14) para obesidade, enquanto o consumo recomendado de FLV foi de 0,93 (0,87–0,99); tiveram ainda menor prática de AF no lazer (0,88; 0,82–0,93); maior tempo assistindo à TV (1,08; 1,02–1,13); pior autoavaliação do estado de saúde (1,12; 1,04–1,21) e apresentaram menor cobertura de mamografia (0,80; 0,71–0,90) e Papanicolau (0,93; 0,88–0,98). Entre as beneficiárias, a análise de tendência evidenciou elevação das prevalências de excesso de peso de 55,9% para 62,6% e tempo de tela sem TV de 13,5% para 27,8%. Conclusões: Fatores de risco de DCNT foram mais elevados entre mulheres com Bolsa Família, apontando a importância da permanência de políticas afirmativas para essa população vulnerável.

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          Postado

          15/12/2020

          Como Citar

          Distribuição de indicadores de Doenças Crônicas Não Transmissíveis em mulheres adultas beneficiárias e não beneficiárias do Programa Bolsa Família – Vigitel 2016-2019. (2020). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/1980-549720210011.supl.1

          Série

          Ciências da Saúde

          Plaudit