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MORTALIDADE POR CAUSAS GARBAGE NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS: DIFERENÇAS ENTRE AS ESTIMATIVAS DIRETAS E INDIRETAS EM 2015 A 2017

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  • Renato Azeredo Teixeira Universidade Federal de Minas Gerais, Faculdade de Medicina, Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública. Belo Horizonte (MG), Brazil. https://orcid.org/0000-0002-1259-6812
    • Lenice Harumi Ishitani Grupo de Pesquisas em Epidemiologia e Avaliação em Saúde, Universidade Federal de Minas Gerais - Belo Horizonte (MG), Brasil
      • Elisabeth Barboza França Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública, Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais - Belo Horizonte (MG), Brasil
        • Pedro Cisalpino Pinheiro Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais - Belo Horizonte (MG), Brasil
          • Marina Martins Lobato Universidade Federal de Minas Gerais - Belo Horizonte (MG), Brasil
            • Deborah Carvalho Malta Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública, Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais - Belo Horizonte (MG), Brasil.

              DOI:

              https://doi.org/10.1590/1980-549720210003.supl.1

              Palavras-chave:

              qualidade dos dados de mortalidade, causas mal definidas, garbage codes, pequenas áreas

              Resumo

              Objetivos: o presente estudo tem como objetivo gerar estimativas das taxas de mortalidade por causas garbage (CG) para os municípios do Brasil fazendo a comparação entre métodos diretos e indiretos, tendo como base os óbitos registrados no SIM entre 2015 e 2017. Métodos: Os dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) foram utilizados. A análise foi realizada com grupos de GC, níveis 1 e 2, níveis 3 e 4 e total de GC. As taxas de mortalidade foram estimadas de forma direta e indireta, estimadores bayesianos empíricos. Resultados: observou-se cerca de 38% de CG e diferenças regionais nas taxas de mortalidade, maiores no Nordeste e Sudeste e menores no Sul e Centro-Oeste. O Sudeste apresentou taxas semelhantes para os dois grupos de CG analisados. As menores diferenças entre as estimativas diretas e indiretas foram observadas nas grandes cidades, acima de 500 mil. Os municípios do norte de Minas Gerais e estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia apresentaram municípios com altas taxas nos níveis 1 e 2. Conclusão: existem diferenças na qualidade da definição das causas básicas de morte, mesmo com o uso de metodologia indireta que auxilia na suavização das taxas. A qualidade da definição das causas de morte é importante, uma vez que se mostram associadas com o acesso e qualidade dos serviços de saúde e oferecem subsídios para o planejamento em saúde.

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              Postado

              14/12/2020

              Como Citar

              MORTALIDADE POR CAUSAS GARBAGE NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS: DIFERENÇAS ENTRE AS ESTIMATIVAS DIRETAS E INDIRETAS EM 2015 A 2017. (2020). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/1980-549720210003.supl.1

              Série

              Ciências da Saúde

              Plaudit