DOI do preprint publicado https://doi.org/10.1590/1980-549720210007.supl.1
PADRÕES ESPACIAIS DA MORTALIDADE FETAL EVITÁVEL E CARÊNCIA SOCIAL
DOI:
https://doi.org/10.1590/1980-549720210007.supl.1Palavras-chave:
Mortalidade fetal, Estatísticas vitais, Análise espacial, Iniquidade socialResumo
Objetivo: elaborar um índice de carência social para a estratificação dos municípios e a identificação de áreas prioritárias para a redução da mortalidade fetal. Métodos: estudo ecológico, realizado no Estado de Pernambuco, entre 2010 e 2017. Utilizou-se a técnica de análise fatorial por componentes principais para a elaboração do índice de carência social. Na análise espacial, aplicou-se o estimador bayesiano empírico local e verificou-se a autocorrelação espacial de Moran. Resultados: o índice de carência social selecionou dois fatores que, juntos, explicaram 77,63% da variância total. A taxa de mortalidade fetal evitável apresentou aumento entre estratos de carência social, com taxas de 8,0 por mil nascimentos (baixa carência), 8,1 por mil (média carência), 8,8 por mil (alta carência) e 10,7 por mil (muito alta carência social). Alguns municípios das Mesorregiões São Francisco e Sertão tiveram simultaneamente elevada mortalidade fetal e fetal evitável, além de índice de carência social muito alto. Conclusão: a análise espacial identificou áreas com maior risco para a mortalidade fetal. O índice de carência social relacionou alguns determinantes das mortes fetais em áreas com piores condições de vida. Detectaram-se áreas prioritárias para a intervenção das políticas públicas de redução da mortalidade fetal e seus determinantes.
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Copyright (c) 2020 Indianara Maria de Barros Canuto, Vilma Costa de Macêdo, Paulo Germano de Frias, Conceição Maria de Oliveira , Heitor Victor Veiga da Costa, José Luiz Portugal , Cristine Vieira do Bonfim

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