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Validação externa da estimativa da prevalência de fumantes em pequenas áreas produzida pelo Vigitel, em Belo Horizonte, Minas Gerais

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  • Regina Tomie Ivata Bernal Programa de Pós Graduação, Escola de Enfermagem, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.
    • Deborah Carvalho Malta Programa de Pós Graduação, Escola de Enfermagem, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil https://orcid.org/0000-0002-8214-5734
      • Sérgio Viana Peixoto Núcleo de Estudos em Saúde Pública e Envelhecimento, Instituto René Rachou, Fiocruz Minas, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.
        • Maria Fernanda Lima e Costa Núcleo de Estudos em Saúde Pública e Envelhecimento, Instituto René Rachou, Fiocruz Minas, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.

          DOI:

          https://doi.org/10.1590/1980-549720210002.supl.1

          Palavras-chave:

          Análise de Pequenas Áreas, Estudo de validação, Inquérito epidemiológicos, Regressão Logística, Viés de seleção

          Resumo

          Objetivo: Validar as estimativas de adultos fumantes produzidas pelo Vigitel para pequenas áreas, definidas pelo Índice de Vulnerabilidade à Saúde (IVS). todos: A base de dados do Inquérito de Saúde da Região Metropolita de Belo Horizonte (RMBH), realizado em 2010, e os dados do Vigitel Belo Horizonte, no período de 2010 a 2013, foram utilizados para obter as estimativas de adultos fumantes por IVS, mediante uso dos método indireto de estimação em pequenas áreas. Foram comparadas as prevalências de adultos fumantes, considerando-se o Inquérito de Saúde da RMBH, como padrão ouro. Foi utilizado o Teste de t para diferença entre as médias e a correlação de Pearson, sendo considerado o nível de significânica de 5%.  Resultados: Ao estratificar por IVS no inquérito domiciliar, a prevalência de adultos fumantes variou de 13,39% (IC95%11,88-14,91) para residentes em área de baixo risco a 22,9% (IC95%:12,33- 33,48), entre residentes em área de muito alto risco. No Vigitel, segundo IVS, a prevalência de adultos fumantes variou de 11,98% (IC95%10,75-13,21), para residentes na área de baixo risco, a 22,31% (IC95%18,25-26,1) nas áreas de muito alto risco. As prevalências foram semelhantes entre os dois inquéritos, mostrando boa correlação de Pearson (r=0.93). Conclusão: O estudo aponta que as estimativas de fumantes foram semelhantes em ambos os inquéritos, mostrando validade externa do Vigitel. Ocorreu gradiente nas prevalências, com aumento progressivo, identificando-se proporção mais elevada de fumantes em áreas de risco elevado.

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          Postado

          15/12/2020

          Como Citar

          Validação externa da estimativa da prevalência de fumantes em pequenas áreas produzida pelo Vigitel, em Belo Horizonte, Minas Gerais. (2020). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/1980-549720210002.supl.1

          Série

          Ciências da Saúde

          Plaudit