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Análise retrospectiva comparativa do tratamento cirúrgico da fratura de clavícula com haste versus placa

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  • Thiago Medeiros Storti Instituto do Ombro de Brasília, Brasília, DF, Brasil
    • Mauricio Siqueira Camilo Instituto do Ombro de Brasília, Brasília, DF, Brasil
      • Rafael Francisco Alves Silva Hospital Ortopédico e Medicina Especializada, Instituto de Pesquisa e Ensino, Brasília, DF, Brasil https://orcid.org/0000-0001-8651-224X
        • Rafael Salomon Silva Faria Instituto do Ombro de Brasília, Brasília, DF, Brasil
          • Carolina Lima Simionatto Instituto do Ombro de Brasília, Brasília, DF, Brasil
            • Alexandre Firmino Paniago Instituto do Ombro de Brasília, Brasília, DF, Brasil

              DOI:

              https://doi.org/10.1590/1413-78520212901231439

              Palavras-chave:

              Fraturas ósseas, Clavícula, Placas óssea, Fixação interna de fraturas

              Resumo

              Objetivo: Trabalhos confirmam o benefício do tratamento cirúrgico para fixação de fraturas desviadas do corpo da clavícula. A fixação com placa e haste intramedular são as duas técnicas mais utilizadas. O objetivo deste estudo é comparar as duas técnicas cirúrgicas. Método: Estudo retrospectivo realizado por meio da avaliação de pacientes submetidos à fixação com haste intramedular e com placa e parafusos para o tratamento de fraturas desviadas do corpo da clavícula. Neste caso, foram avaliadas variáveis socioeconômicas, aplicado questionário da escala visual da dor, mensurado a função do ombro pelo escore de CONSTANT e UCLA, e realizada radiografia para verificação da consolidação e avaliação do encurtamento final da clavícula. Resultados: foram avaliados 65 pacientes, destes 36 (55,4%) foram submetidos à fixação da clavícula com placa e parafusos e 29 (44,6%) com haste intramedular. A mediana do encurtamento foi 0,1mm para placa e 5,8mm para haste (p=0,001). O escore de UCLA apresentou mediana de 35 no grupo placa e 35 no grupo haste. O escore de Constant mostrou mediana de 96,5 no grupo placa e 95 no grupo haste, sem diferença significativa entre os grupos. Ao todo, foram registradas 13 (20%) complicações, 9 do grupo fixado com placa e 4 do grupo fixado com haste.  A complicação mais comum foi a erosão da pele com exposição do material de síntese. Conclusão: as duas técnicas apresentam resultados satisfatórios para o tratamento das fraturas do corpo da clavícula.

              Nível III: estudo terapêutico retrospectivo

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              Postado

              15/12/2020

              Como Citar

              Análise retrospectiva comparativa do tratamento cirúrgico da fratura de clavícula com haste versus placa. (2020). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/1413-78520212901231439

              Série

              Ciências da Saúde

              Plaudit