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METODOLOGIAS DE ENSINO DA MATEMÁTICA E METODOLOGIAS ESPECÍFICAS PARA ENSINO DE INDIVÍDUOS COM TEA: UM ESTUDO COM PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.14917

Palavras-chave:

Educação Matemática, Transtorno Espectro Autista, Educação Inclusiva, Metodologias de Ensino, Percepções Docentes

Resumo

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) tem apresentado crescimento significativo em sua prevalência, trazendo implicações diretas para a educação inclusiva e o ensino da Matemática. Este artigo, derivado de pesquisa vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática (PPGECIMAT), da Universidade Franciscana (UFN), investiga as percepções de professores da Educação Básica acerca da utilização de metodologias de ensino da Matemática e metodologias específicas voltadas a estudantes com TEA. O estudo adota abordagem mista, combinando revisão bibliográfica com aplicação de questionário online a docentes dos municípios de Santa Maria, São Pedro do Sul e Santiago, no Rio Grande do Sul. Para a análise quantitativa, utilizou-se a Análise Estatística Implicativa (ASI), permitindo identificar relações de quase-implicação entre variáveis referentes às práticas pedagógicas e ao conhecimento docente. Os resultados indicaram que professores que utilizam recursos tecnológicos tendem a adotar metodologias diversificadas, como a História da Matemática, ampliando seu repertório didático. Além disso, verificou-se que a percepção positiva sobre a adequação de determinadas metodologias, como a História da Matemática, está associada à sua efetiva aplicação e maior conhecimento teórico. Verificou-se, ainda, que as metodologias TEACCH e ABA desempenharam papel de maior relevância, configurando-se como as mais reconhecidas e aplicadas entre as metodologias específicas voltadas ao ensino de estudantes com TEA. Entre as abordagens consideradas mais apropriadas para estudantes autistas, destacaram-se a Etnomatemática e a Modelagem Matemática, por sua flexibilidade e aplicabilidade a contextos concretos. Conclui-se que, embora haja avanços na percepção de práticas inclusivas, persiste uma lacuna formativa que limita a efetiva implementação de metodologias específicas. 

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Biografia do Autor

João Renan Silva dos Santos Reis, Universidade Franciscana

Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática, da Universidade Franciscana (UFN). Mestre em Ensino de Ciências e Matemática. Professor de Matemática da Educação Básica do estado do Rio Grande do Sul.

Ana Marli Bulegon, Universidade Franciscana

Doutora em Informática na Educação. Coordenadora, Professora e orientadora de pesquisa no Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática (PPGECIMAT), da Universidade Franciscana (UFN). Líder do Grupo de Pesquisa em Ensino de Ciências e Matemática (GEPECIM), do PPGECIMAT/UFN junto ao CNPq.

Postado

23/01/2026 — Atualizado em 26/01/2026

Versões

Como Citar

METODOLOGIAS DE ENSINO DA MATEMÁTICA E METODOLOGIAS ESPECÍFICAS PARA ENSINO DE INDIVÍDUOS COM TEA: UM ESTUDO COM PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA. (2026). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.14917 (Original work published 2026)

Série

Ciências Exatas e da Terra

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Justificativa da versão

Postamos uma nova versão do nosso artigo, pois no arquivo anterior omitimos os dados do contexto da pesquisa no "Resumo" em Português, Inglês e Espanhol. Também esquecemos da sessão agradecimentos, que incluímos nessa versão. Solicitamos que considerem a nova versão para leitura, pois corrigimos os dados do resumo quanto ao contexto da pesquisa "Este artigo, derivado de pesquisa vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática (PPGECIMAT), da Universidade Franciscana (UFN), investiga as percepções de professores da Educação Básica acerca da utilização de metodologias de ensino da Matemática e metodologias específicas voltadas a estudantes com TEA. O estudo adota abordagem mista, combinando revisão bibliográfica com aplicação de questionário online a docentes dos municípios de Santa Maria, São Pedro do Sul e Santiago, no Rio Grande do Sul."

Declaração de dados

  • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito