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Predição e tipificação do uso do fogo na região da Amazônia Legal no Brasil: Estudo com base nos eventos detectados pelo Painel do Fogo

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.14897

Palavras-chave:

Aprendizado de máquina, Ecologia do fogo, amazônia brasileira

Resumo

Esta pesquisa tem como objetivo entender os diferentes usos do fogo na gestão, por meio das queimas prescrita, controlada e de combate, cruzadas com os dados do Painel de Fogo do CENSIPAM no ano de 2023. Foram aplicadas técnicas de aprendizado de máquina para realizar previsões. Foi possível gerar insights sobre os impactos do uso do fogo nas Unidades Federativas (UFs). O modelo Random Forest apresentou a maior acurácia global (76%). As queimas de combate e prescrita tiveram maior precisão (0,90% e 0,69%, respectivamente). As curvas ROC e os valores AUC indicaram boa capacidade de distinção entre essas classes (0,84 e 0,79), enquanto a queima controlada apresentou menor capacidade de generalização. Os valores de Shapley Additive Explanations (SHAP) destacaram as variáveis biomassa e áreas sem fiscalização como fatores que contribuem para a modelagem da tipificação de ocorrências de queimadas.

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Biografia do Autor

Jack Endrick Pastrana Mojica, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Doutorando em Sensoramento Remoto na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e Mestre em Geografia pela Universidade Federal do Ceará (UFC), com foco principal na utilização de tecnologias geoespaciais e sensores remotos nos estudos de degradação ambiental e conservação da Amazônia. Minha expertise inclui a implementação de modelos de aprendizagem de máquinas e ciência de dados para monitoramento ambiental, com ênfase em estratégias inovadoras que combinam análise espacial e inteligência artificial para promover a sustentabilidade e a preservação de ecossistemas críticos.

Tássia Fraga Belloli, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Geógrafa formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2017), Mestre (2019) e Doutora (2025) em Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento pelo PPGSR-UFRGS. Possuo +10 anos de experiência na área de Geociências e Geoecologia com ênfase nos temas: sensoriamento remoto em recursos hídricos com foco em em Áreas Úmidas, Sistemas de Informações Geográficas, Processamento digital de imagens, análise ambiental (Impactos, recuperação, diagnóstico e relatórios), mapeamento e classificação, caracterização de solos de áreas úmidas e planícies inundáveis, serviços ecossistêmicos, estimativa e melhoramento da modelagem de biomassa vegetal e armazenamento de carbono em áreas úmidas (Carbono azul). Atualmente sou pesquisadora de pós-doutorado no Laboratório de Geoprocessamento e Análise Ambiental (LAGAM/UFRGS). Desenvolvo um projeto de PD&I que visa o mapeamento e estratégias de conservação de áreas úmidas para a mitigação e resiliência a desastres climáticos na Região Metropolitana de Porto Alegre, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS).

Pamela Boelter Herrmann, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Sou Mestre e atualmente Doutoranda em Sensoriamento Remoto pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Tenho especialização em Informações Espaciais Georreferenciadas, além de formação em Gestão Ambiental (Bacharelado) e Engenharia Ambiental. Atuo como Analista Ambiental, com experiência acadêmica e profissional nas áreas de geoprocessamento, sensoriamento remoto, aplicações com VANTs, monitoramento e licenciamento ambiental, modelagem ambiental, machine learning e análise espacial.

Deyvis Cano, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Especialista en Teledetección y Sistemas de Información Geográfica aplicados al estudio de recursos naturales y la producción agropecuaria de la Universidad de Buenos Aires, Argentina. Ingeniero Zootecnista de profesión de la Universidad Nacional del Centro del Perú. Magister en Gestión y Planificación Ambiental de la Universidad de Chile. Doctorado en proceso en Sensoriamento Remoto en la Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil. Docente investigador en el programa de Ingeniería Ambiental de la Universidad de Huánuco. Coordinador de proyectos de investigación. Experiencia en publicación de artículos científicos en revistas indexadas de Scopus y Web of Science.

Camila Souza Silva, Universidade de Brasília

Sou Engenheira Florestal formada pela Universidade de Brasília com período sanduíche na Colorado State University pelo programa Ciências sem Fronteiras. Durante esse período percebi minha afinidade com as áreas de geoprocessamento e manejo do fogo ao me envolver em estudos realizados nas florestas nativas no norte do Colorado – EUA. Além disso, fui capaz de aperfeiçoar meu conhecimento na língua inglesa e aprimorar habilidades como gestão de tempo, oratória e tomada de notas.

Tenho cinco anos de experiência em Manejo Integrado do Fogo (MIF) em Unidades de Conservação Federal (UCs) do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Forneço assistência na administração e planejamento das ações de (MIF) em UCs e na sistematização de dados para auxiliar a tomada de decisão da coordenação.

Postado

20/01/2026

Como Citar

Predição e tipificação do uso do fogo na região da Amazônia Legal no Brasil: Estudo com base nos eventos detectados pelo Painel do Fogo. (2026). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.14897

Série

Ciências Exatas e da Terra

Dados de financiamento

Plaudit

Declaração de dados

  • Os dados de pesquisa estão disponíveis sob demanda, condição justificada no manuscrito