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Resiliência como fator de proteção aos transtornos mentais menores na equipe de enfermagem

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  • Emerson Roberto dos Santos Postgraduate Student in Posgraduation Program in Nursing, Medical School of Medicine of São José do Rio Preto - FAMERP, São José do Rio Preto, Brazil https://orcid.org/0000-0002-9513-1083
    • Daniela Comelis Bertolin Medicine’ Department, União das Faculdades dos Grandes Lagos - UNILAGO, São José do Rio Preto, Brazil
      • Daniele Alcalá Pompeo Department of Specialized Nursing, Medical School of Medicine of São José do Rio Preto - FAMERP, São José do Rio Preto, Brazil https://orcid.org/0000-0003-2671-2586
        • Isadora Gama Alves Nurse’s Graduate Student in Graduate in Nursing, Medical School of Medicine of São José do Rio Preto - FAMERP, São José do Rio Preto, Brazil
          • Cleber José Roque Nurse Service at Hospital de Base of São José do Rio Preto HB/FUNFARME, São José do Rio Preto, Brazil
            • Patrícia da Silva Fucuta Gastro Hepatology Service at Hospital de Base of São José do Rio Preto HB/FUNFARME, São José do Rio Preto, Brazil
              • Júlio César André Centro de Desenvolvimento da Educação em Saúde, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto

                DOI:

                https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.1467

                Palavras-chave:

                Profissionais de Enfermagem, Enfermagem em Emergência, Unidades de Internação, Ambiente de Trabalho, Transtornos Mentais, Resiliência Psicológica

                Resumo

                OBJETIVOS: Rastrear a presença de transtornos mentais menores, avaliar os níveis de resiliência em profissionais de enfermagem de serviços de emergência e unidades de internação e verificar possíveis associações entre essas variáveis e o perfil sociodemográfico e profissional.

                MATERIAL E MÉTODO: Estudo descritivo, correlacional e transversal. Participaram 203 profissionais de enfermagem (enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem), do interior do estado de São Paulo. A coleta dos dados foi realizada por meio de instrumento de caracterização sociodemográfica e profissional, o Self-Report Questionnaire (SRQ-20), e da escala de resiliência.

                RESULTADOS: Prevalência global dos transtornos mentais menores de 31%, menor em profissionais de maior idade e do sexo masculino. Resiliência elevada, com valores médios de 136,4 (±20,1) pontos. Maior idade e atuação em unidades de emergência obtiveram escores mais elevados de resiliência. Menores escores de resiliência estiveram associados a maior possibilidade de transtornos mentais menores neste estudo.

                CONCLUSÕES: Resiliência pode ser considerada fator de proteção contra os transtornos mentais menores em profissionais de enfermagem. Estratégias efetivas devem ser levadas em conta para mudar esse cenário de adoecimento de parte significativa da equipe de enfermagem.

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                Postado

                13/11/2020

                Como Citar

                Resiliência como fator de proteção aos transtornos mentais menores na equipe de enfermagem. (2020). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.1467

                Série

                Ciências da Saúde

                Plaudit