Resiliência como fator de proteção aos transtornos mentais menores na equipe de enfermagem
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.1467Palavras-chave:
Profissionais de Enfermagem, Enfermagem em Emergência, Unidades de Internação, Ambiente de Trabalho, Transtornos Mentais, Resiliência PsicológicaResumo
OBJETIVOS: Rastrear a presença de transtornos mentais menores, avaliar os níveis de resiliência em profissionais de enfermagem de serviços de emergência e unidades de internação e verificar possíveis associações entre essas variáveis e o perfil sociodemográfico e profissional.
MATERIAL E MÉTODO: Estudo descritivo, correlacional e transversal. Participaram 203 profissionais de enfermagem (enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem), do interior do estado de São Paulo. A coleta dos dados foi realizada por meio de instrumento de caracterização sociodemográfica e profissional, o Self-Report Questionnaire (SRQ-20), e da escala de resiliência.
RESULTADOS: Prevalência global dos transtornos mentais menores de 31%, menor em profissionais de maior idade e do sexo masculino. Resiliência elevada, com valores médios de 136,4 (±20,1) pontos. Maior idade e atuação em unidades de emergência obtiveram escores mais elevados de resiliência. Menores escores de resiliência estiveram associados a maior possibilidade de transtornos mentais menores neste estudo.
CONCLUSÕES: Resiliência pode ser considerada fator de proteção contra os transtornos mentais menores em profissionais de enfermagem. Estratégias efetivas devem ser levadas em conta para mudar esse cenário de adoecimento de parte significativa da equipe de enfermagem.
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