DOI do preprint publicado https://doi.org/10.1590/0102-67202025000057e1926
REVIEWS, EXPERT OPINIONS, CONSENSUS STATEMENTS, POSITION PAPERS, PROTOCOLS, AND EVIDENCE-BASED GUIDELINES: WHAT ARE THEIR ROLES IN CLINICAL PRACTICE?
DOI:
https://doi.org/10.1590/0102-67202025000057e1Palavras-chave:
Consenso, Guia, Guias como Assunto, Publicações, Prática Clínica Baseada em EvidênciasResumo
O crescimento da pesquisa primária em cirurgia digestiva levou a uma necessidade crescente de interpretação estruturada e aplicação à prática clínica. Os artigos de orientação tornaram-se ferramentas essenciais para a tomada de decisões. No entanto, a terminologia em torno desses artugis é frequentemente inconsistente, e diferentes formatos são muitas vezes usados de forma intercambiável. Embora os artigos de revisão sintetizem as evidências disponíveis, eles não constituem orientação clínica, a menos que suas descobertas sejam interpretadas por meio de uma estrutura explicitamente orientada para o cuidado do paciente, aplicabilidade e tomada de decisões. Este artigo de revisão esclarece as distinções conceituais entre opinião de especialistas, declarações de consenso, documentos de posição, protocolos e diretrizes baseadas em evidências. Nenhum formato de orientação é universalmente superior e cada um tem seu contexto apropriado. Em cirurgia digestiva, onde os ensaios randomizados são frequentemente difíceis de realizar e as lacunas de evidências permanecem frequentes, a interpretação estruturada é indispensável. À medida que a tecnologia avança e os dados do mundo real se tornam cada vez mais disponíveis, novas ferramentas metodológicas — incluindo inteligência artificial e revisões sistemáticas contínuas — podem aprimorar a reprodutibilidade e acelerar as atualizações. Em última análise, distinções mais claras entre os guias de orientação e maior transparência metodológica podem melhorar o julgamento clínico, estimular a pesquisa e fortalecer o cuidado ao paciente em cirurgia gastrointestinal.
O crescimento da pesquisa primária em cirurgia digestiva levou a uma necessidade crescente de interpretação estruturada e aplicação à prática clínica. Os artigos de orientação tornaram-se ferramentas essenciais para a tomada de decisões. No entanto, a terminologia em torno desses artugis é frequentemente inconsistente, e diferentes formatos são muitas vezes usados de forma intercambiável. Embora os artigos de revisão sintetizem as evidências disponíveis, eles não constituem orientação clínica, a menos que suas descobertas sejam interpretadas por meio de uma estrutura explicitamente orientada para o cuidado do paciente, aplicabilidade e tomada de decisões. Este artigo de revisão esclarece as distinções conceituais entre opinião de especialistas, declarações de consenso, documentos de posição, protocolos e diretrizes baseadas em evidências. Nenhum formato de orientação é universalmente superior e cada um tem seu contexto apropriado. Em cirurgia digestiva, onde os ensaios randomizados são frequentemente difíceis de realizar e as lacunas de evidências permanecem frequentes, a interpretação estruturada é indispensável. À medida que a tecnologia avança e os dados do mundo real se tornam cada vez mais disponíveis, novas ferramentas metodológicas — incluindo inteligência artificial e revisões sistemáticas contínuas — podem aprimorar a reprodutibilidade e acelerar as atualizações. Em última análise, distinções mais claras entre os guias de orientação e maior transparência metodológica podem melhorar o julgamento clínico, estimular a pesquisa e fortalecer o cuidado ao paciente em cirurgia gastrointestinal.
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