Orfeu Negro e Emicida AmarElo: canto, comunidade e sobrevivência
DOI:
https://doi.org/10.1590/2596-304x202527e20251278Palavras-chave:
literatura, Orfeu Negro, Orfeu, AmarElo, comunidade, sobrevivênciaResumo
O trabalho almeja investigar a figura do cantor presente no filme Orfeu negro (1959), de Marcel Camus, no filme Orfeu (1999), de Cacá Diegues – ambos baseados na peça Orfeu da Conceição, de Vinicius de Moraes –, e aproximá-los da imagem diferente do Orfeu presente no documentário AmarElo: É tudo pra ontem, do rapper Emicida. Tomando como base noções de “comunidade”, “sobrevivência” e “literatura e outras artes”, almejamos contribuir para o debate relativo à resistência e à inventividade negra brasileira. Emicida traz para a cena moradores de espaços periféricos e personagens que tiveram e têm lugar importante na luta por direitos de minorias no país. Mediações culturais, tonalidade lírica e perspectiva sociopolítica fazem-se presentes nas três obras que contribuem para a elaboração deste ensaio.
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