Preprint / Versão 1

Distanciamento social, sentimento de tristeza e estilos de vida da população brasileira durante a pandemia de COVID-19

article.authors69340141483ea

  • Deborah Carvalho Malta Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – Belo Horizonte (MG), Brasil. https://orcid.org/0000-0002-8214-5734
    • Crizian Saar Gomes Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – Belo Horizonte (MG), Brasil. https://orcid.org/0000-0001-6586-4561
      • Célia Landmann Szwarcwald Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) – Rio de Janeiro (RJ), Brasil.
        • Marilisa Berti de Azevedo Barros Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) – Campinas (SP), Brasil. https://orcid.org/0000-0003-3974-195X
          • Alanna Gomes da Silva Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – Belo Horizonte (MG), Brasil. https://orcid.org/0000-0003-2587-5658
            • Elton Junio Sady Prates Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – Belo Horizonte (MG), Brasil. https://orcid.org/0000-0002-5049-186X
              • Ísis Eloah Machado Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) – Ouro Preto (MG), Brasil. https://orcid.org/0000-0002-4678-2074
                • Paulo Roberto Borges de Souza Júnior Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) – Rio de Janeiro (RJ), Brasil. https://orcid.org/0000-0002-8142-4790
                  • Dália Elena Romero Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) – Rio de Janeiro (RJ), Brasil. https://orcid.org/0000-0002-2643-9797
                    • Margareth Guimaraes Lima Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) – Campinas (SP), Brasil. https://orcid.org/0000-0001-6996-0745
                      • Giseli Nogueira Damacena Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) – Rio de Janeiro (RJ), Brasil.
                        • Luiz Otávio Azevedo Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) – Rio de Janeiro (RJ), Brasil. https://orcid.org/0000-0002-4876-5948
                          • Maria de Fátima Pina Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) – Rio de Janeiro (RJ), Brasil. https://orcid.org/0000-0002-1521-7865
                            • André Oliveira Werneck Universidade de São Paulo (USP) – São Paulo (SP), Brasil. https://orcid.org/0000-0002-9166-4376
                              • Danilo Rodrigues Pereira da Silva Universidade Federal de Sergipe (UFS) – Aracajú (SE), Brasil. https://orcid.org/0000-0003-3995-4795

                                DOI:

                                https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.1371

                                Palavras-chave:

                                Quarentena, Infecções por Coronavirus, Saúde Mental, Estilo de Vida, Brasil

                                Resumo

                                A pandemia de COVID-19 acarretou impactos biopsicossociais à saúde individual e coletiva. O objetivo do estudo foi analisar a adesão ao distanciamento social, as repercussões no estado de ânimo e mudanças nos estilos de vida da população adulta brasileira durante o início da pandemia da COVID-19. Trata-se de estudo transversal com indivíduos adultos residentes no Brasil (n = 45.161) que participaram do inquérito de saúde virtual ConVid - Pesquisa de Comportamentos, no período de 24 de abril a 24 de maio de 2020. A coleta de dados foi realizada via web, utilizando-se de um questionário autopreenchido. Foram calculadas as prevalências e intervalo de 95% de confiança das variáveis estudadas. Da amostra estudada, apenas 1,5% levou vida normal, sem nenhuma restrição social e 75% ficaram em casa, sendo que destes 15% ficaram rigorosamente em casa. Os sentimentos frequentes de tristeza ou depressão (35,5%), isolamento (41,2%) e ansiedade (41,3%) foram reportados por grande parte da população estudada. Verificou-se 17% dos participantes reportaram aumento do consumo de bebidas alcoólicas e de 34% dos fumantes aumentaram o número de cigarros. Observou-se aumento no consumo de alimentos não saudáveis e redução da prática de atividade física no período estudado. Conclui-se que houve elevada adesão ao distanciamento social e aumento dos sentimentos de tristeza, depressão e ansiedade, bem como aumento de consumo de alimentos não saudáveis, uso de bebidas alcóolicas e cigarros e redução da prática de atividade física. Essas mudanças são preocupantes e podem resultar em danos à saúde individual e coletiva a médio e longo prazo.

                                 

                                Downloads

                                Os dados de download ainda não estão disponíveis.

                                Postado

                                15/10/2020

                                Como Citar

                                Distanciamento social, sentimento de tristeza e estilos de vida da população brasileira durante a pandemia de COVID-19. (2020). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.1371

                                Série

                                Ciências da Saúde

                                Plaudit