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Resonance-Induced Ablation (RIA): A New Alternative to Oncological Therapy

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.12898

Palavras-chave:

resonance-induced ablation, nonthermal tumor therapy, spectral fingerprint, solid tumors, precision oncology

Resumo

As técnicas convencionais de ablação tumoral—incluindo RFA, HIFU, crioablação e IRE—são limitadas pela necessidade de direcionamento anatômico e pela entrega inespecífica de energia, frequentemente resultando em tratamento incompleto ou dano colateral, especialmente em tumores multifocais ou infiltrativos.

A Ablação Tumoral por Ressonância (RIA) é uma técnica não térmica, resolvida espectralmente, que promove a desintegração determinística ao direcionar as autofrequências (ωk\omega_kωk​) intrínsecas do tecido maligno. A energia é fornecida somente quando a deformação local excede o limiar viscoelástico de ruptura (ε(x,t)≥εcrit\varepsilon(x,t) \geq \varepsilon_{\mathrm{crit}}ε(x,t)≥εcrit​), com cessação automática após o colapso modal.

Em simulações (FEM, n=12n = 12n=12) e experimentos com fantomas de gel (n=9n = 9n=9), a RIA alcançou:

  • Tempo de ablação: 2,8±0,42,8 \pm 0,42,8±0,4 s por foco

  • Energia fornecida: 0,76±0,09 J/cm30,76 \pm 0,09~\mathrm{J/cm}^30,76±0,09 J/cm3

  • Elevação de temperatura: <5,8∘C< 5,8^\circ\mathrm{C}<5,8∘C

  • Seletividade espectral: Q=38,6±3,9Q = 38,6 \pm 3,9Q=38,6±3,9

  • Modos vibracionais residuais: 0–1 após a atuação

Nenhum efeito fora do alvo foi detectado em inclusões adjacentes espaçadas a apenas 5 mm, confirmando a seletividade espacial puramente guiada pelo desacoplamento espectral. A ablação multifocal ocorreu de forma sequencial, com cada lesão extinta no seu próprio modo ressonante, sem sobreposição temporal. O feedback espectral em tempo real, implementado via rastreamento em fase, permitiu atuação totalmente autônoma e autointerrupção, sem depender de sensores externos.

Esses resultados posicionam a RIA como um método de ablação determinístico e específico em frequência, eficaz mesmo em ambientes tumorais anatomicamente irregulares ou histologicamente diversos.

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Biografia do Autor

Fernando Medina da Cunha, Centro de Oncologia Campinas

Fernando Medina da Cunha é diretor clínico do Centro de Oncologia Campinas, ex-Professor da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e fundador da cadeira de Oncologia Clínica na Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP. Reconhecido como um dos oncologistas mais respeitados do Brasil, possui atuação de destaque também em nível internacional.

Postado

11/08/2025

Como Citar

Resonance-Induced Ablation (RIA): A New Alternative to Oncological Therapy. (2025). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.12898

Série

Ciências da Saúde

Plaudit

Declaração de dados

  • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito