DELIMITAÇÃO CONCEITUAL E TAXONOMIA SINTÁTICA EM JÚLIO RIBEIRO E CHARLES GRIVET
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.12817Palavras-chave:
Gramaticografia, Gramática científica., Sintaxe, TaxonomiasResumo
Subscrevendo a tese de Cristina Altman, para quem a historiografia linguística contempla “a história de um conhecimento já constituído, metalinguisticamente elaborado e revestido de interesse teórico” (Altman, 2021, p. 29), propõe-se no presente artigo um exame de cunho linguístico-historiográfico, nos termos de Koerner (2014), Cavaliere (2014) e Swiggers (2019), com enfoque na gramaticografia sintática da língua portuguesa escrita de referência, no espaço temporal delimitado, examinando-se os naturais desdobramentos no ensino de gramática que se promoveu no século XX. Mais estritamente falando, a partir do exame da Grammatica Portugueza, de Júlio Ribeiro, e da Nova Grammatica Analytica da Lingua Portugueza, de Charles Grivet, ambas publicadas em 1881, num período epistemológico que se convencionou chamar Gramática Científica, objetiva-se compreender alguns aspectos da evolução dos estudos gramaticais brasileiros, das últimas décadas do século XIX até as indicações de prescrição escolar prevalentes no século XX, com especial relevo nas delimitações de categorias sintáticas como sujeito e predicado; coordenação e subordinação; frase, oração e período.
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