O Dialeto Brasileiro, uma língua românica em diáspora?
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.12805Palavras-chave:
Glotofobia, Linguística Histórica, Língua BrasileiraResumo
Este artigo remonta a reflexões iniciadas na comunicação intitulada Da Língua Brasílica à Língua Brasileira, uma língua românica em construção? Um debate sobre glotofobia e preconceito linguístico na perspectiva da Linguística Histórica, apresentada na sessão Literatura e Representações no evento Abralin em cena 18 – Linguagens, Raça, Gênero e interseccionalidade em luta por direitos, que ocorreu no campus Darcy Ribeiro da Universidade Brasília (UnB), em agosto de 2025, sob a organização da Associação Brasileira de Linguística (ABRALIN). As reflexões aqui desenvolvidas vinculam-se, de modo geral, ao projeto Estudos anchietanos no século XXI e a Década Internacional das Línguas Indígenas (UNESCO, 2022-2032): interfaces entre a política e a historiografia linguística, desenvolvido no contexto do Programa de Pós-graduação em Estudos da Linguagem da Universidade Federal Fluminense, sob financiamento da Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ), através da bolsa Cientista Nosso Estado (CNE). Como objeto de discussões encetadas pelo evento supracitado, trazemos para o debate contemporâneo a questão da discriminação a pretexto linguístico sofrida pela comunidade de brasileiros em Portugal, atualmente, trazendo para esse debate um texto histórico sobre o tema, a obra do início do século XX: O Linguajar Carioca, de Antenor Nascentes (1922 [2023]).
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