DOI do preprint publicado https://doi.org/10.25200/BJR.v21n3.2025.1805
PLURALIDADES EPISTÊMICAS: uma crítica da noção dos jornalistas como comunidade interpretativa
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.12398Palavras-chave:
Teoria do jornalismo, Comunidades interpretativas, ObjetividadeResumo
O artigo se dedica a uma leitura crítica do tratamento do jornalismo enquanto prática constituída por uma comunidade interpretativa única, conforme defendido por Barbie Zelizer e Nelson Traquina. A partir de uma indagação sobre as implicações do uso da concepção original de Stanley Fish em torno da noção de comunidades intepretativas em pesquisas no campo do jornalismo, o trabalho revisita os termos de sua proposição para em seguida identificar pistas para a distinção de múltiplas comunidades interpretativas no jornalismo, detendo-se sobre as distinções epistêmicas do jornalismo literário e sua própria diversidade de comunidades interpretativas. Conclui-se que a noção plural de comunidades interpretativas de jornalistas é útil na compreensão de práticas jornalísticas que apresentam divergências ou rupturas em relação a noções hegemônicas de jornalismo naturalizadas pela máscara da objetividade.Downloads
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