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Avaliação da retenção de profissionais médicos nas regiões de saúde no Brasil

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.11588

Palavras-chave:

Dimensionamento, Força de trabalho, Carga de trabalho, Gestão de recursos humanos em saúde

Resumo

Este estudo foi realizado com o objetivo de descrever a aplicação de uma metodologia desenvolvida para  mensuração de profissionais médicos em regiões de saúde do país. Trata-se, portanto, de estudo descritivo das taxas de retenção de médicos nas regiões de saúde do Brasil, de 2009 a 2024. Foram utilizados microdados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – Profissionais. Coortes anuais foram analisadas avaliando o número de profissionais que permaneciam em seus postos de trabalho ao longo dos anos. Os resultados da análise mostraram que a taxa de retenção geral mediana de médicos nas regiões de saúde foi de 51,0%. Maiores magnitudes de retenção foram observadas nas regiões de saúde do Sul e Sudeste do país, enquanto as regiões de saúde localizadas no Norte e Nordeste apresentaram as menores taxas. Ao nível de unidade da federação, a maior taxa de retenção foi observada no Distrito Federal (80,4%) e a menor no Maranhão (39,6%). Foram observadas desigualdades intrarregionais e intraestaduais, com valores maiores ocorrendo em regiões de saúde onde estão localizadas as capitais dos estados. Isso indica um grave problema de saúde pública, o que pode afetar a cobertura dos serviços de saúde.

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Enviado

26/03/2025

Postado

07/04/2025

Como Citar

Avaliação da retenção de profissionais médicos nas regiões de saúde no Brasil. (2025). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.11588

Série

Ciências da Saúde

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