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CONSUMO DE MÍDIAS SEXUALMENTE EXPLÍCITAS E SEXO ANAL DESPROTEGIDO EM HOMENS QUE FAZEM SEXO COM HOMENS

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  • Anderson Martins Instituto Integrado de Saúde. Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Brasil https://orcid.org/0000-0002-8969-6627
    • Artur Acelino Francisco Luz Nunes Queiroz Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo. Ribeirão Preto, SP, Brasil. https://orcid.org/0000-0002-6350-1908
      • Alvaro Francisco de Sousa Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo https://orcid.org/0000-0003-2710-2122
        • Oleci Pereira Frota Instituto Integrado de Saúde. Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Brasil. https://orcid.org/0000-0003-3586-1313
          • Telma Maria Evangelista de Araújo Universidade Federal do Piauí
            • Isabel Amélia Costa Mendes Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo. Ribeirão Preto, SP, Brasil.
              • Inês Fronteira Instituto de Higiene e Medicina Tropical, Universidade Nova de Lisboa. Lisboa, Portugal

                DOI:

                https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.1081

                Palavras-chave:

                Mídia Audiovisual, Comportamento Sexual, Sexo sem Proteção, Preservativos, Minorias Sexuais e de Gênero

                Resumo

                O objetivo deste estudo foi avaliar a influência do consumo de mídia sexualmente explicita (MSE) do tipo “bareback” na prática de sexo anal sem preservativo por homens que fazem sexo com homens (HSH). Para tanto, foi criada uma página no Facebook®, com um link que direcionava os participantes para o questionário do estudo. Foram incluídos os usuários que se identificavam como homem cisgênero, com 18 anos ou mais de idade e que praticaram sexo com outro homem nos 12 meses anteriores a pesquisa. Os dados foram coletados em 2017 em todo o Brasil e analisados por meio de estatística inferencial uni e bivariada e regressão logística multivariada. Participaram da pesquisa 2248 HSH, com média de idade de 24,4 anos. A maioria era solteira (69,1%), com parceria sexual casual (68,9%) e média de 3,9 parceiros nos últimos 30 dias. Possuir múltiplos parceiros sexuais (ORa:9,4; IC95% 3,9-22,4), preferir filmes com cenas bareback (ORa:2,6; IC95% 1,5-4,6), julgar essa prática um fetiche e realizá-lo (ORa:3,52; IC95% 2,3-5,4), ter parceria casual (ORa:1,8; IC95% 1,5-1,9) e ciência do status sorológico negativo do parceiro para o HIV (ORa:1,4; IC95% 1,1-2,3) foram fatores que aumentaram as chances de envolvimento em sexo anal sem preservativo. Dessa forma, verificamos associação entre o consumo de MSE na modalidade “bareback” e a prática de sexo sem preservativo entre HSH.

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                Enviado

                08/08/2020

                Postado

                10/08/2020

                Como Citar

                CONSUMO DE MÍDIAS SEXUALMENTE EXPLÍCITAS E SEXO ANAL DESPROTEGIDO EM HOMENS QUE FAZEM SEXO COM HOMENS. (2020). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.1081

                Série

                Ciências da Saúde

                Plaudit