Impacto orçamentário da incorporação da claritromicina no tratamento da infecção pelo novo coronavírus
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.1026Palavras-chave:
Pandemia, COVID-19, Sistema Único de Saúde, Análise de Impacto Orçamentário, Terapia medicamentosaResumo
Introdução: No Brasil, o uso de cefalosporinas de terceira geração associadas a um macrolídeo (azitromicina ou claritromicina), tem sido recomendada na internação. Objetivo: Estimar o impacto orçamentário do uso da claritromicina como macrolídeo coadjuvante no esquema de tratamento empírico de pacientes com Síndrome Respiratória Aguda Grave. Método: Análise de Impacto Orçamentário. Perspectiva do Sistema Único de Saúde, nível local. Horizonte temporal de 5 anos. Utilizou a Planilha Brasileira de Análise de Impacto Orçamentário. Analisados três cenários alternativos e um de referência. Resultados: O custo em cinco anos no cenário de referência foi de R$2.504.887,92. Conclusão: A incorporação da claritromicina nos cenários alternativos pode representar um custo incremental médio superior a 22% do orçamento disponível para a aquisição de azitromicina em 5 anos, o que podendo ser economicamente inviável a sua oferta para todos os pacientes nos hospital, sem que houvesse prejuízo no atendimento de outras demandas.
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- 09/08/2020 (2)
- 04/08/2020 (1)
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